Palavras Entressonhadas

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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Preservar as espécies selvagens

Na minha opinião o tema é muito importante. Porque acho que todas as pessoas deviam dar importância ao mesmo que é preservar as espécies selvagens, porque há milhões de animais selvagens em vias de extinção como por exemplo: o Lince-Ibérico, Antílope-tibetano, Baleia-azul, Chimpanzé, Elefante-da-floresta, Elefante-indiano, Foca-monge-do-mediterrâneo, Golfinho, Gorila-do-ocidente, Gorila-do-oriente, Jaguar, Orca, Ornitorrinco, Panda-Gigante, Panda vermelho, Puma, Rinoceronte-de-Sumatra, Urso-Polar, Tigre e etc.
Estas espécies selvagens estão a desaparecer por causas humanas, pois o ser humano caça os animais para fazer vestuário e para comer.
Os humanos deviam parar a caça e deviam fazer coisas para que os animais fiquem protegidos de todas as ameaças, como, por exemplo: evitar destruir o ambiente, porque estão ao mesmo tempo a destruir o habitat dos animais, fazendo também com que estes tenham que se mudar e alguns morrem, e assim, o mundo fica sem animais selvagens.

 Rita, 5º A

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Num dia de tempestade

Havia um menino que numa tarde escura e de grande tempestade estava na janela do seu quarto a observar o que todo este temporal provocava na paisagem à sua volta e disse para um amigo que lhe estava a fazer companhia:
- Estava um tempo tão bonito e de repente ficou assim.
- Pois estava; quando o tempo fica assim tudo muda, parece que as árvores e as flores ficam tristes. – comentou ele.
- O bom destes dias é que, quando chove, fica aquele cheiro a terra molhada. Eu gosto muito de cheirar o seu perfume! O que é pena é que os passarinhos deixem de cantar e, quando eles cantam, fazem-no tão bem! – acrescentou o menino.
- Pois é, parecem aqueles senhores que são muito famosos, os passarinhos cantam que é uma maravilha. Os seus chilreios são música encantadora.
De repente, durante esta conversa, começam a ver-se uns raios brilhantes do sol a aparecer, as flores alegres abriram as suas pétalas todas e tudo na natureza ficou mais colorido e luminoso.


Os meninos ficaram muito contentes por ver tudo à sua volta a transformar-se num dia que ressurgiu muito lindo.

João Batista, nº 11, 6º B

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Texto descritivo

Romeu e Julieta passeavam numa vasta e belíssima plantação de papoilas vermelhas, cheirosas e vistosas a dançar alegremente ao som de uma brisa suave e fresca. Os seus belos e riquíssimos vestidos vermelhos contrastavam com os seus sapatos verdes na imensidão do amplo campo.

Julieta, vestida com um belo vestido branco bordado e rodado, com o seu longo cabelo castanho dourado a esvoaçar ao sabor do vento ameno, ouvia, atentamente, Romeu ler.

Romeu, jovem, belo e elegante, de olhos azuis como o mar, e com os seus belíssimos cabelos encaracolados, que pareciam cachos de uvas maduras, lia-lhe poemas de amor. Ambos estavam apaixonados e esse amor era testemunhado pelo cão de Julieta que saltitava de alegria e contentamento.

Era já entardecer, mas o céu ainda estava azulado e esbranquiçado e as nuvens eram como pedaços de algodão doce espalhados pelo céu. O vasto campo de árvores imponentes no seu belíssimo tom verdejante contrastava com o tom avermelhado das formosas papoilas.

A felicidade era tanta que o vento parecia beijar as papoilas. Elas perfumavam o ar com o seu perfume, e os pássaros cantarolavam e esvoaçavam em círculos. As árvores pareciam dançar, tal era a felicidade...

Turma 6ºC (TRABALHO DE GRUPO)

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O outono

Outono

vestido de ouro
de vermelho
de laranja
cores quentinhas…

Caiem as folhas
Ficam cheias de cor
E amor
E parecem flocos de neve
E são tão bonitinhas

Catarina, 6º D



terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Outono

Outono é o quadro pincelado
folhas vermelhas e castanhas.
Vêm aí as castanhas quentinhas
no cartucho para saborear.

Mas que frio está lá fora,
fechem as janelas, vem aí chuva.
Chuva, chuva porque vens?
Ping, ping, fazes tu, mas és bela
fazes um som deslumbrante

Mariana Cavaco 6ºD Nº18

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A minha casinha

A minha casinha é tão bela,
Tem uma porta e uma janela,

Tem uma lareira e um alçapão,
Tem uma portinha para o jardim,
Tem uma toalha de cetim.

O Outono é um mundo de solidão,
Não há ninguém nas ruas,
Ninguém no ar,
Só um monte de folhas no chão.

No Outono fazemos montes com folhas,
Para os varredores as conseguirem apanhar,
Se não as apanharem depressa,
Voam todas pelo ar.


-Senhora, senhora, que vai a passar,
Não pise as folhas, para tudo não voar!
- Ó meu querido, eu não as ia pisar,
Ia apenas apanhar o meu casaco antes
Que caia nesse mar de folhas,
Mas não as ia espalhar.

Carolina Pereira, nº7, 6º E

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Poema de Outono

A andorinha partiu.

O Sol mais cedo se deitou.
A chuva miudinha caiu,
Então o Outono chegou.

As temperaturas desceram.
O vento assobiou.

As aulas já começaram,

Então o Outono chegou.

António Vitorino

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O Mar

O mar é tão lindo!
Desce e sobe junto das barreiras.

É claro e escuro
quando faz sol e frio;
fica tão puro
quando dorme junto do rio.

Adormece e acorda,
salta e pula
na linda corda da amiga lula.

Felizes todos juntos
vamos todos festejar
na praia, nos mares
Alegria em todo o ar.

Realizado por: Mariana Nicole - 5º D

terça-feira, 5 de maio de 2009

A Extinção do dodó

Um dia, eu já vivi entre vocês, os homens:
Vem conhecer-me!!!

(Clica nas imagens para veres melhor.)


Retirado do livro:
"O Ambiente"

De: Nicola Barber Nick Dewar

Editora: Gradiva


Nós adorámos fazer este trabalho, pois do livro que lemos, este foi o tema mais interessante, visto gostarmos de animais.

Feito por:
Ruben Viegas-5°A-N°21
Tomás Mendonça-5°A-N°26

terça-feira, 3 de março de 2009

Se eu fosse um pinheiro ...




Se eu fosse um pinheiro gostava de ser bem alto, para nos meus ramos os pássaros fazerem os seus ninhos na Primavera e aproveitarem alguns desses ramos para fazerem livros, de matemática, moral, infantis, etc.
Também gostava de ver os meninos a jogar ao berlinde na minha terra.
Mas não iria gostar que me cortassem e me aleijassem. Mas sim que dos meus pinhões pudessem fazer bolos e muitos doces.


Marcelo Bagarrão, nº 17, 5º E

Se eu fosse uma Árvore...



Eu, se fosse uma árvore preferia viver na floresta para sempre.
Se fosse transformado em papel, sofreriaa muito, porque esmagavam-me, cortavam-me, pintavam-me, metiam-me em pastas, etc.

E na floresta viveria em paz, estava sempre com os animais, apanhava sol, chuva e dava-vos o oxigénio.

E, além disso, gostaria de viver numa floresta vigiada para não me incendiarem e longe da cidade, porque assim há menos poluição.


Rúben Viegas, Nº21, 5ºA



Uma árvore é um amigo porque na verdade ela dá-nos o seu melhor: a sombra que nos delicia em dias de verão, os frutos saborosos, a cortiça que é tão útil, a rezina, para colar a madeira, que tem mil aplicações no mobiliário e papel. Contudo há que pensar na sua maior dádiva: È o oxigénio que é indispensável á vida de animais e plantas.
A árvore, como todas as plantas verdes, purifica o ar deixando-lhe oxigénio e absorvendo o dióxido de carbono que é tóxico e que existe demais no ar; se procedermos sem cuidado provocamos incêndios.
As árvores demoram anos a crescer e em pouco tempo pode desaparecer uma floresta.
Às árvores só temos de as respeitar e dizer-lhes muito obrigada.

Tânia Gomes, Nº 25 – 5º A

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Se eu pudesse escolher...


Eu gostava de ser um pinheiro belo e saudável, poder continuar a viver na floresta. Gostava de ter umas grandes folhas e uns troncos fortes, para que pequenos animais pudessem habitar neles tais como: pássaros, esquilos ...
Teria muita sombra para que as pessoas e crianças pudessem apanhar os meus frutos.
Nas belas tardes de Verão as crianças iam dormir uma sesta, em cima da minha terra com a cabeça encostada nas minhas raízes.
Purificava o ar para não haver poluição.

Por isso peço-vos para diminuir o corte das árvores, e também para aproveitar o material reciclado e transformá-lo em coisas novas.
Realizado por: Tomás Mendonça, nº 26 - 5º A

segunda-feira, 7 de abril de 2008

A Natureza




Poema

Avista-se tanta beleza,
Basta só observar,
As coisas da natureza,
Encantam o nosso olhar.

Nuvens brancas sugestivas
O Inverno a chegar.
A neve a cair
E eu a chorar.

O gelo branco radioso
Para nós podermos patinar
Saltar e brincar.



Ana Rita, Nº1, 5ºB