Palavras Entressonhadas

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terça-feira, 12 de abril de 2011

Continuação de "Nau Catrineta"


  • O capitão-general

  • Lá levou a Nau Catrineta

  • Para a sua terra.


  • Chegou a casa

  • E foi logo comer

  • Uma bela jantarada.


  • E no dia seguinte

  • Foi novamente para o mar.

  • Mas desta vez levou comida.


  • E lá está a Nau Catrineta

  • Outra vez a navegar.

Joana Rosado, nº12, 5ºD

Continuação de "Nau Catrineta"


  • No dia a seguir a Nau Catrineta

  • Partiu em viagem

  • Para procurar

  • Praias de Portugal.


  • Mas de seguida apareceu

  • Um enorme monstro

  • Que roubou a comida toda.


  • Quando o capitão-general

  • Viu, começou a gritar:

  • -Vamos embora.

Miguel Revés, nº 19, 5ºD

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Continuação do texto “As duas rãs”

Depois de alguma reflexão, as duas rãs decidiram saltar para o poço.
-Mas que bela vida! – disse aquela que estava sempre a duvidar.
-Podes crer, Mila!
Mais tarde, encontraram um sapo.
-Olá! como te chamas?- perguntaram elas.
-Sorry, but I don’t speak Portuguese.
-Pois, mas nós também não falamos Inglês – sussurrou a Malu.
-Oh, please!
Lá continuaram eles a falar Inglês e português no fresquinho do poço, mas o sol era tanto que a água começou a evaporar.
-Let’s go – disse ele.
-Ele deve pensar que somos ases a Inglês – disse a Malu.
-É que ele não se esforça nada a falar português!
E o sapo, a perceber que o estavam a insultar, pensou:
-Deixo-as estar aqui, elas também não se esforçam para perceber o que eu digo e salvo-me a mim.
E assim foi. O sapo foi-se embora e elas gritaram:
-Isso, vai-te embora! - disse a Mila.
- Mais espaço para nós - acrescentou a Malu.
As duas convencidas continuaram a insultá-lo.
Tanto tempo que passou... Mais um bocadinho e o poço ficava sem água e as nossas amigas rãs não se apercebem. Vamos ver como lhes está a correr o dia:
-Muito perdeu o sapo que se foi embora, não achas Malu?
-Não!
-Porquê?
-Já não conseguimos sair daqui – disse a Malu.
-Sabes que foi esse o meu sonho
– disse Mila na brincadeira.
-Põe-te em pé e olha onde chega a água!
-Olha, a culpa é toda tua. Se tu me tivesses avisado mais cedo, já tínhamos saído daqui.
-Vamos parar de discutir, pois quem nos devia ter avisado era aquele turista que se foi embora sem nós
– disse a Malu.
-Mas acho que ele nos avisou – afirmou.
-Ah! Finalmente sei o que é “let’s go” e infelizmente foi da pior maneira – concluiu a Malu.
-Olha, eu paguei-te um curso de Inglês para aprenderes isso.
-Tu eras a minha professora de curso e eu tive de te ensinar a dizer “hello”.
Elas lá continuaram a discutir, quando de repente se ouviu um barulho que lhes era familiar … tinha começado a chover.
E assim começou o Inverno. O poço encheu e as rãs viveram felizes para sempre.




Margarida Gouveia Nº 15 – 5ºA

“As duas rãs” de Alsácia Machado

Continuação da história

Ao procurarem tanto, chegaram ao pé de um muro onde habitavam duas lagartas que tomavam o seu chá e perguntaram-lhes:
- O que é que fazem aqui minhas duas lindas rãs?
E uma das rãs disse:
-Estamos à procura de água para sobrevivermos!
E a outra lagarta acrescentou:
-Vi há poucos dias um lago!
-Onde é que é esse lago? -perguntou a Prudência, uma das rãs.
- É daqui a alguns metros. Quando chegarem a uma estrada chamada Rua das Lagartas, virem à direita, depois à esquerda e de seguida sempre em frente.
E lá foram as duas rãs cansadas e cheias de fome.
Quando chegaram ao pé de uma árvore, perguntaram a um esquilo:
-Olá, sabes dizer-me onde há aqui um lago?
-Sim, é já ali ao fundo
- respondeu o esquilo.
-Obrigado! - agradeceram as rãs em coro.
Nesse momento, as duas rãs, cheias de fome e cansadas, avistaram um lago.
-Temos tanta água para sobrevivermos! - disse a Prudência. – E aqui já não seca nada.
E assim ficaram a viver felizes as duas rãs naquele belo lago.

Ana Beatriz Rodrigues, nº2, 5ºA 2010-11