Palavras Entressonhadas

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Provérbios

Vais ler alguns Provérbios, organizados por ordem alfabética e que têm uma característica em comum! És capaz de descobri-la?!


Não?


Então lá vai...Todas as formas verbais estão no Modo Conjuntivo. Era fácil, não era?!


Agora, já consegues identificar os vários tempos deste Modo.

Ora, experimenta!

Sempre queremos ver os teus comentários!!!


A

A espada e o anel, segundo a mão em que estiverem.
A pintura e a peleja, de longe se veja.
Ainda que mude a pele a Raposa, seu natural desponja.
Amigo que não presta e faca que não corta: que se percam, pouco importa
Antes cegues que mal vejas.
Antes que te cases, vê o que fazes
Antes quero Asno que me leve, que Cavalo que me derrube.
Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao Natal, assim estará o ano mês a mês até final.



B

Bom rei, se quereis que vos sirva, dai-me de comer.


D


Dos 15 aos 20, caso com quem o meu pai quiser; dos 20 aos 25 é com quem eu quiser; depois dos 25, venha quem vier, não fica sem mulher.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O Inverno



O Inverno
Chega ao de leve
Traz chuva e neve
Mas não é eterno.

Seu frio é de gelo
A mãe natureza
Gosta de vê-lo
Com sua fineza.

Neva de mansinho
Mas que encanto
Ver o caminho
Coberto de branco.


Teresa 5ºB Nº16

segunda-feira, 7 de abril de 2008

A Natureza




Poema

Avista-se tanta beleza,
Basta só observar,
As coisas da natureza,
Encantam o nosso olhar.

Nuvens brancas sugestivas
O Inverno a chegar.
A neve a cair
E eu a chorar.

O gelo branco radioso
Para nós podermos patinar
Saltar e brincar.



Ana Rita, Nº1, 5ºB

segunda-feira, 10 de março de 2008

O CARNAVAL

São várias as versões sobre a origem da palavra "CARNAVAL". No dialeto milanês "CARNEVALE" quer dizer: "o tempo em que se tira o uso da carne", pois o CARNAVAL é propriamente a noite anterior à quarta-feira de cinzas.

O SIGNIFICADO DO CARNAVAL

É A MAIOR MANIFESTAÇÃO DE CULTURA POPULAR DO BRASIL, ao lado do futebol. Na sua origem, o CARNAVAL surge como uma festa de rua. Porém, na maioria das grandes capitais, acabou sendo concentrado em recintos fechados, como os sambódromos e os clubes. Para muitos, a festa é apenas um show de televisão.

ACONTECEU NO IMPÉRIO ROMANO

A origem do CARNAVAL vem de uma manifestação popular anterior à era cristã, tendo começado na Itália com o nome de "SATURNÁLIAS", festa em homenagem a Saturno. As divindades da mitologia greco-romana, BACO e MOMO, dividiam as honras nos festejos, que aconteciam nos meses de Novembro e Dezembro.
Durante as comemorações, em Roma, acontecia uma aparente quebra de hierarquia da sociedade, já que escravos, filósofos e tribunos se misturavam em praça pública.
Com Júlio César, na expansão do Império Romano, as festas tornaram-se mais animadas e frequentes, principalmente quando o imperador retornou do Egipto.
NA ERA CRISTÃ

No início da era cristã começaram a surgir os primeiros sinais de censura aos festejos . Querendo impor uma política de austeridade, a Igreja determinava que esses festejos só deveriam ser realizados antes da QUARESMA.

EM PORTUGAL

A festa chegou a Portugal nos séculos XV e XVI recebendo o nome de "ENTRUDO", isto é, introdução à QUARESMA, através de uma brincadeira agressiva e pesada.

O ENTRUDO

O evento tinha uma característica essencialmente gastronómica e era marcado por um divertimento, entremeado com alguma violência. Fazia-se esferas de cera bem finas com o interior cheio de água-de-cheiro e depois atirava-se às pessoas. Os mais ousados, no entanto, começaram a injectar no interior das "laranjinhas" ou "limões-de-cheiro" substâncias mal cheirosas e impróprias e a festa foi perdendo a sua alegria. Foi exactamente esse ENTRUDO violento que aportou no Brasil.

O PERIGO

Na época havia o "perigo" do homem formado e do negociante serem vistos mascarados e, em razão disso, as casas de fantasias e cabeleireiros como os famosos "PINELLI" e "BALALAIA" mantinham especialistas em disfarces, com maquilhagem e máscaras.
O CARNAVAL NOS BAIRROS

Como os bailes carnavalescos não estavam ao alcance de todos, nem de acordo com a moral de muitos, era necessário estimular a sua ida para a rua. Várias comissões passaram a ser nomeadas pelo chefe de polícia e a comissão central juntamente com diversas outras comissões paroquianas, que distribuíam máscaras, facilitavam a aquisição de outros adereços, bem como a providência de banda de música para quem quisesse brincar o CARNAVAL. Os comerciantes logo aderiram à ideia de olho no melhor facturamento, e começaram a adoptar o CARNAVAL em substituição ao ENTRUDO.

ORGANIZAÇÃO E COMPETIÇÃO

Nos clubes e teatros foram surgindo competições entre os grupos e famílias que ostentavam roupas e jóias para mostrar quais as associações e as entidades que eram mais elegantes e finas. O pioneiro Teatro São João passou a organizar os seus bailes com UM ANO DE ANTECEDÊNCIA.
EM 1882
Foi neste ano que o COMÉRCIO iniciou o costume de fechar as portas na TERÇA-FEIRA DE CARNAVAL, a partir das 13 horas. O CARNAVAL DE MÁSCARAS e o DESFILE DOS CLUBES ficavam, então, mais animados depois das 14 horas.
SURGE O CLUBE CARNAVALESCO FANTOCHES DA EUTERPE

Fundado em 9 de Março de 1884, por um grupo de jovens da antiga Sociedade Euterpe, esse clube carnavalesco foi apelidado de "FANTOCHES". O grupo era encabeçado por quatro figuras da alta sociedade: Antônio Carlos Magalhães Costa (bisavô de ACM), João Vaz Agostinho, Francisco Saraiva e Luís Tarqüínio. (seu primeiro presidente)

O POVO É QUEM JULGAVA

Na época, não havia uma comissão julgadora para estabelecer quem vencia os desfiles e o julgamento era determinado pela imprensa, que media a aprovação da população através dos APLAUSOS.
O CRUZ VERMELHA, mais popular, vencia sempre, pois o FANTOCHES, mais ligado à aristocracia, tinha um apoio bem menor. Todas as outras entidades representavam a classe média.

OS INSTRUMENTISTAS

OSMAR tocava a famosa "GUITARRA BAIANA", de som agudo. DODÔ era responsável pelo "VIOLÃO-PAU-ELÉTRICO", de som grave. E ARAGÃO tocava o "TRIOLIM", como era conhecido o violão tenor, de som médio. E assim estava formado o trio musical mais famoso do CARNAVAL DE SALVADOR.

Marie Lara 6º A


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Origem do Carnaval!






  • O Carnaval

  • é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões católicas nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Quinquagésima à chamada terça-feira de Carnaval.

  • Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a festa apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

  • Carnaval

  • nos séculos XI e XII, significava a véspera da quarta-feira de cinzas, isto é, a hora em que começava a abstinência da carne durante os quarenta dias nos quais, no passado, os católicos eram proibidos pela igreja de comer carne.
  • No Brasil, o Carnaval

  • era chamado de Entrudo por influência dos portugueses que trouxeram, em 1723, brincadeiras e festejos carnavalescos.
  • Muitos atribuem o início do Carnaval

  • no Brasil à celebração feita pelo povo para comemorar a chegada da Família Real. As pessoas saíram comemorando pelas ruas com música, usando máscaras e fantasias.



  • Muitos séculos depois, a celebração acabou tornando-se uma brincadeira típica das cidades.

  • Hoje o Carnaval

  • transformou-se em forte atracção turística.

  • Podemos dizer que o Carnaval

  • é, hoje, a maior festa folclórica brasileira.


Ana Sofia, nº 4 - 6º A

A Origem do Carnaval



Carnaval
Todos pensam que o Carnaval é uma festa típica do Brasil. Mas toda essa farra existe desde a Antiguidade e vem de muito longe.

O Carnaval originário tem início nas festas do povo da Grécia, de 605 a 527 a.C. Com o surgimento da agricultura, os homens passaram a comemorar os frutos que a terra dava.

O Carnaval Pagão começa quando Pisistráto oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C. e, termina, quando a Igreja Católica adopta a festa em 590 d.C.

O primeiro sítio de origem de concentração carnavalesca localizava-se no Egipto. A festa era: dança e cantoria em volta de fogueiras. Os que gostavam de andar na brincadeira, usavam máscaras e disfarces, simbolizando a inexistência de classes sociais.

Depois, a tradição espalhou-se pela Grécia e Roma, entre o século VII a.C. e VI d.C.

Em seguida, o Carnaval chega em Veneza para, então, se espalhar pelo mundo. Diz-se que foi lá que a festa tomou as características actuais: máscaras, fantasias, carros alegóricos, desfiles...
O Carnaval Cristão passa a existir quando a Igreja Católica oficializa a festa, em 590 d.C. Antes, a instituição condenava a festa pelo seu carácter “pecaminoso”, mas depois desistiu: não era mais possível proibir o Carnaval. Foi então que houve a imposição de cerimónias oficiais sérias para conter os excessos.

Mas esse tipo de festa colidia com a principal característica do Carnaval: o riso, a brincadeira...

É só em 1545, no Concílio de Trento, que o Carnaval é reconhecido como uma manifestação popular de rua. Em 1582, o Papa Gregório XIII transforma o Calendário Juliano em Gregoriano e estabelece as datas do Carnaval.

O motivo da mobilidade da data é não coincidir com a Páscoa Católica, que não pode ter data fixa para não coincidir com a Páscoa dos judeus. O cálculo é um pouco complexo. Determina-se o equinócio da primavera, que ocorre entra os dias 21 e 22 de março no hemisfério norte. Observando a lua nova que antecede o equinócio, o primeiro domingo após o 14º dia de lua nova é o domingo de Páscoa. Como o primeiro dia da lua nova, antes de 21 de março, é entre 08 de março e 05 de abril, a Páscoa só pode ser entre 22 de março e 25 de abril. O domingo de carnaval é sempre no 7º domingo que antecede ao domingo de Páscoa.



O Carnaval brasileiro


Este surge em 1723, com a chegada de portugueses das Ilhas da Madeira, Açores e Cabo Verde.

A principal diversão dos foliões era atirar água para cima dos outros.

O primeiro registro de baile é de 1840.

Em 1855 surgiram no Brasil os primeiros grandes clubes carnavalescos, precursores das atuais escolas de samba.

No início século XX, já havia diversos cordões e blocos, que desfilavam pela cidade durante o Carnaval.

A primeira escola de samba foi fundada em 1928 no bairro do Estácio e se chamava "Deixa Falar".

A partir de então, outras foram surgindo até chegarmos à grande festa que vemos hoje.


Adriana Baptista, nº 3, 6º A

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

HISTÓRIA DO CARNAVAL




O Carnaval


Dez mil anos antes de Cristo, homens, mulheres e crianças reuniam-se no Verão com os rostos mascarados e os corpos pintados para espantar os demónios da má colheita.
As origens do Carnaval têm sido buscadas nas mais antigas celebrações da humanidade, tais como as Festas Egípcias que homenageavam a deusa Isis e o Touro Apis.
Os gregos festejavam, com grandiosidade, a celebração da volta da primavera, que simbolizava o Renascer da Natureza.
O Carnaval caracteriza-se por festas, divertimentos públicos, bailes de máscaras e manifestações folclóricas. Na Europa, os mais famosos Carnavais foram ou são: os do Brasil, Paris, Veneza, Munique e Roma, seguidos de Nápoles, Florença e Nice.
Conceito e origem



O Carnaval é um conjunto de festividades populares que ocorrem em diversos países e regiões nos dias que antecedem o início da Quaresma, principalmente do domingo da Quinquagésima à chamada terça-feira gorda.

Embora centrado no disfarce, na música, na dança e em gestos, a folia apresenta características distintas nas cidades em que se popularizou.

O termo Carnaval é de origem incerta, embora seja encontrado já no latim medieval, como "carnem levare" ou "carnelevarium", palavra dos séculos XI e XII, que significava a véspera da quarta-feira de cinzas.

A própria origem do Carnaval é obscura. É possível que as suas raízes se encontrem num festival religioso primitivo, pagão, que homenageava o início do Ano Novo e o ressurgimento da natureza, mas há quem diga que as suas primeiras manifestações ocorreram na Roma dos Césares.

Contudo, o rei Momo é uma das formas de Dionísio — o deus Baco, patrono do vinho e do seu cultivo, e isto faz recuar a origem do Carnaval para a Grécia arcaica, para os festejos que honravam a colheita.

Sempre uma forma de comemorar, com muitaalegria e desenvoltura, os actos de alimentar-se e beber, elementos indispensáveis à vida

Período de duração
Os dias exactos do início e fim da estação carnavalesca variam de acordo com as tradições nacionais e locais, e têm-se alterado no tempo. Em Portugal, festeja-se o Carnaval durante 4 dias.
João Vasco, nº 18 - 6º A