Palavras Entressonhadas

quinta-feira, 11 de março de 2010

Uma Amizade Para Sempre
No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora, uma bela manhã passeava o lobo pela floresta, quando viu, ao longe, uma loba muito bonita que também andava passeando pela floresta. O lobo pensou logo que, um lobo como ele, não podia passar por ela sem que ela fugisse de medo.
Mas não foi o que aconteceu! Ela não teve medo e, em vez de fugir, limitou-se a dizer "Olá". O lobo olhou para ela e, sem mais nem menos, começaram a falar. A loba gostava de animais corajosos, sem medo. Passaram dias, a amizade aumentou e o lobo aprendeu a fazer amizades e a conviver. Mas não só aprendeu a fazer amizades como também aprendeu a viver em conjunto.
E assim cresceu uma forte amizade que, mais tarde, resultou num casal.
Por vezes, é melhor dizermos a alguém o que sentimos e não permanecermos fechados.
A amizade é muito importante e não conseguimos viver sem ela.
Ana Laura, nº 2, 6º C

quinta-feira, 4 de março de 2010

Os Primeiros Amigos
No tempo em que os animais falavam, vivia numa extensa e cerrada floresta um lobo muito feroz. Era um lobo solitário, porque a sua ferocidade provocava o terror em todos os animais, mesmo nos outros lobos. E, por ser tão solitário sentia-se profundamente triste e cada vez se tornava mais feroz.
Ora uma bela manhã, passeava o lobo na floresta, quando viu, ao longe, um coelho. O lobo não queria fazer nada de mal ao coelho mas apenas conhecê-lo para ter um primeiro amigo.
Quando o coelho viu o lobo começou logo a fugir. O lobo, de dia para dia, ficava mais triste, até que decidiu ser mais amigável com os outros animais. No dia seguinte, o lobo acordou muito cedo e foi procurar amigos ou animais que precisassem de ajuda. E, de repente, viu um passarinho que tinha caído do ninho, e os pais do pássaro não sabiam o que fazer nem a quem pedir ajuda.
O lobo começou a correr até junto do passarinho para o ajudar e, com a ajuda dos pais do passarinho, colocaram o pássaro no ninho.
E, assim, o lobo teve os seus primeiros amigos, foi ajudando outros animais e fez cada vez mais amigos.
Oleksandra Martynyuk, nº 16, 6º C

terça-feira, 2 de março de 2010

O Cão e o Lobo


Olá, eu sou o cão desta fábula de La Fontaine.


Um dia, enquanto passeava, vi um lobo muito magro e perguntei-lhe a razão de tanta desgraça. Com um sopro de desespero, ele respondeu que não aparecia nada para comer.


Aconselhei-o que parasse de ser fera e se deixasse domesticar e alimentar. Quase ia aceitando, mas viu um vinco no meu pescoço e perguntou-me o que era aquela marca. Tentei mudar de assunto, porém ele insistiu tanto que acabei por explicar:


- Isto, senhor lobo, é uma coleira para me prenderem e para não magoar ninguém.


O lobo, admirado, foi-se embora, dizendo que preferia estar maltratado (cheio de fome) a perder a liberdade.


Confuso, fiquei a pensar qual seria a melhor opção: se a liberdade, se a fortuna.


Realizado por: Tiago Palma, 5º A

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010


UMA AVENTURA EM TAVIRA


Matilde e Diana esperavam pelos amigos André e Filipe ao pé do jardim do Coreto. Entretanto o André e o Filipe chegaram.
- Até que enfim! – disseram elas.
-Não pudemos chegar mais cedo, desculpem lá – afirmou o Filipe.
-Não sabem o que nos aconteceu! Vimos uma pessoa a assaltar a ourivesaria do centro da cidade, não sabemos se era um homem ou uma mulher pois tinha uma máscara de carnaval.
- Nós temos de investigar este crime – disseram em uníssono.
Depois foram para a casa da Matilde e da Diana que eram irmãs. Organizaram as ideias mas ainda não tinham nada de concreto para investigar. Entretanto, Filipe tinha ido falar com o empregado da ourivesaria que felizmente não tinha sofrido ferimentos. Voltou com notícias fresquinhas!
- Bom, tenho muita coisa para vos contar! Roubaram quase todas as pedras preciosas que o senhor da ourivesaria tinha posto na montra. O senhor disse que pensava que fosse uma mulher, mas não têm a certeza porque desmaiou com o susto. Mas se vir aquela pessoa têm a certeza que a vai reconhecer pois quando chegou à ourivesaria retirou a máscara, e as câmaras filmaram tudo. Será fácil descobrir. Mas o problema é que o senhor pensa que o assaltante partiu a câmara, pois foi tentar ver comigo e não conseguimos ver nada. Uma coisa que me pareceu estranho é que estava uma carrinha com uma sigla muito estranha mesmo à porta da ourivesaria. Perguntei ao senhor se tinha contratado alguma empresa para fazer algum tipo de trabalho na loja mas ele disse que não, mas também não quis alongar muito a conversa pois estava muito nervoso! Pelo sim pelo não, decidi tirar a matricula do carro. Eu mostro-vos.
- Já sei! Os meus estudos para tirar boa nota em Geografia valeram os esforços !! É a matrícula de um carro francês de 2004- exclamou o Filipe.
Por onde começamos ?- disse a Matilde que era muito apressada.
-Espera, mana! As coisas não podem ser assim. Primeiro têm de ser pensadas !- respondeu a Diana.
- Está bem, está bem eu espero!- respondeu a Matilde.
Depois de conversarem, decidiram que cada um escrevia uma folha com todas as pistas de que dispunham e, no dia seguinte, encontravam-se em casa das manas.
*
Matilde e Diana estavam agora em casa sem conseguir adormecer pois estavam muito excitadas com tudo o que acontecera.
- Será que vamos conseguir resolver este caso? Temos tão poucas pistas!- exclamou Diana num tom de preocupação.
- Não estejas preocupada pois tudo se irá resolver. Já viste quantos mistérios já desvendámos? Deve ser porque somos bons no que fazemos...- respondeu-lhe Matilde.
-Pois é tens razão... Olha vamos mas é dormir que amanhã temos um longo dia pela frente... Não te lembras que nos temos de levantar mais cedo pois temos teste de Português?-perguntou Diana.
- Está bem mas apaga a luz que não consigo dormir de luz acesa!- resmungou a Matilde.
De manhã, Filipe,André,Diana e Matilde levantaram-se muito ansiosos. Tinham tanta coisa para fazer! Quando estavam a fazer o teste as meninas queriam que o tempo passasse a voar, mas acontecia exactamente o contrário! Cada minuto que passava parecia uma eternidade! Mas chegara a hora do intervalo!! Ai,aquele toque estridente soube-lhes tão bem!
*
Depois de reunirem as pistas que todos tinham recolhido descobriram muitas coisas e conseguiram resolver o caso. Telefonaram imediatamente à polícia que os felicitou por terem sido tão inteligentes e perspicazes. Até apareceram no jornal local e no jornal da sua escola. Eram os heróis de Tavira!
Passados uns meses vieram a saber que a autora do crime pertencia a uma rede de tráfico de diamantes e que já tinha assaltado imensas joalharias e ourivesarias em Portugal! O carro pertencia a uma senhora francesa que ficou sem o carro desde o princípio do ano! A senhoraatéveio a Portugal para felicitar os nossos amigos!!!





Texto elaborado por:
Ana Beatriz Vasques, nº 1, 6ºC
Sara Bernardo Gago, nº 19, 6ºC






Anne Frank
Anne Frank nasceu em Frankfurt Am Main, a 12 de Junho de 1929 e morreu no início de Março de 1945. Foi uma adolescente que morreu aos 15 anos num campo de concentração.
Era oriunda de uma família de patriotas alemães que participaram na Primeira Guerra Mundial. A sua família também viveu 25 meses, durante a Segunda Guerra Mundial,num quarto por cima do escritório do pai de Anne, em Amsterdão, nos Países Baixos, nomeado " Anexo Secreto".
Enquanto aí viveu, Anne escreveu no seu diário, que tinha recebido no seu aniversário, dando-lhe o nome de " Kitty". Mas, antes de lhe ter dado esse nome, ela pensou que o diário podia ter o nome de "Finho" ou "Assurbanipal".
Nesse diário Anne escrevia sobre tudo o que sentia, o que pensava, o que fazia e o que se passava no seu dia-a-dia.
O seu diário " Kitty" e Peter eram os seus únicos amigos dentro do "Anexo Secreto" durante os longos meses de silêncio e de medo aterrorizador, causado pela Gestapo, o nome da polícia política alemã. Ninguém se atrevia a falar nessa palavra pois todos tinham imenso medo.
" Acho que somos todos iguais e que temos todos os mesmos direitos e quem é de uma determinada raça não tem de ser tratado de maneira diferente"
Joana Perdigão, 6º E

Abecedário sem Juízo

Clica na imagem para poderes ler melhor.

Retirado da obra: Poemas da Mentira e da Verdade de Luísa Ducla Soares por: Patrícia Parreira, nº 16, 5º A
Comboinho

Comboinho, comboinho de Santarém
Vamos lá todos a Belém.


Comboinho, comboinho de Tavira
Vamos todos dizer olá à Elvira.


Comboinho, comboinho do Gingal
Eu sei que não me vais fazer mal.


Comboinho, comboinho do Tejo
Vamos todos dar uma volta ao Alentejo.

Comboinho, comboinho da Holanda
Vamos lá todos dizer olá à Iolanda.


Sara Gago, 6º C, nº 19