Palavras Entressonhadas

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Falando de mim…





Autobiografia

Nasci em Lisboa, numa cidade que, mesmo hoje estando a 300Km de distância, é para mim a cidade mais preciosa, pois é lá que vive mais de metade da minha família.
Um dia muito especial para mim é 26 de Abril de 2000, o dia em que nasci.
Sobre o meu nascimento tenho um episódio engraçado para contar. Quando eu e a minha mãe saímos do hospital, fomos jantar a casa dos meus tios. Quando voltámos para o carro, este estava aberto e todas as prendas que, no hospital tinha recebido dos meus familiares, tinham desaparecido! Fomos roubados!
Nessa altura vivia em Beja, outra cidade que faz parte da minha vida. Foi lá que passei os meus primeiros 5 anos. Lá aprendi a falar, a andar, a brincar…
Depois mudei-me para outra cidade, onde ainda hoje vivo, Tavira.
Sou a Margarida, tenho 10 anos, ando numa escola muito fixe, com amigos que são o máximo e esta é a história da minha vida.

Margarida Gouveia nº 15 - 5ºA

Falando de Mim

Autobiografia


A minha Vida


Nasci no hospital de Faro, a uma terça-feira, no dia 9 de Agosto de 2000. Com 2 anos, eu tinha uma cadela muito grande que era a minha cama para dormir, depois de comer. Quando acordava, já tinha tomado banho de”bába”.
Aos 4 anos, fiquei com uma gatinha adulta que mais tarde teve 3 bebés: o Puma, a Neve e a kitty. Eu e a minha irmã chamávamos a todos bebés. Mais tarde, tivemos de os dar; eu não queria dá-los, por isso deitei-me em cima deles.
Eu fiz os meus 5 anos em França, com os meus avós maternos e fiz uma birra por não ter amigos no meu aniversário.
Eu entrei para a Escola Primária aos 6 anos e quando lavava as mãos não dizia, nada mais, nada menos que ”anda cá fuginete“, em vez de ”anda cá sabonete “.
Agora, com 10 anos, entrei no 2º ciclo.



Inês Martins Gomes
5º A Nº14

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Continuação do texto “As duas rãs”

Depois de alguma reflexão, as duas rãs decidiram saltar para o poço.
-Mas que bela vida! – disse aquela que estava sempre a duvidar.
-Podes crer, Mila!
Mais tarde, encontraram um sapo.
-Olá! como te chamas?- perguntaram elas.
-Sorry, but I don’t speak Portuguese.
-Pois, mas nós também não falamos Inglês – sussurrou a Malu.
-Oh, please!
Lá continuaram eles a falar Inglês e português no fresquinho do poço, mas o sol era tanto que a água começou a evaporar.
-Let’s go – disse ele.
-Ele deve pensar que somos ases a Inglês – disse a Malu.
-É que ele não se esforça nada a falar português!
E o sapo, a perceber que o estavam a insultar, pensou:
-Deixo-as estar aqui, elas também não se esforçam para perceber o que eu digo e salvo-me a mim.
E assim foi. O sapo foi-se embora e elas gritaram:
-Isso, vai-te embora! - disse a Mila.
- Mais espaço para nós - acrescentou a Malu.
As duas convencidas continuaram a insultá-lo.
Tanto tempo que passou... Mais um bocadinho e o poço ficava sem água e as nossas amigas rãs não se apercebem. Vamos ver como lhes está a correr o dia:
-Muito perdeu o sapo que se foi embora, não achas Malu?
-Não!
-Porquê?
-Já não conseguimos sair daqui – disse a Malu.
-Sabes que foi esse o meu sonho
– disse Mila na brincadeira.
-Põe-te em pé e olha onde chega a água!
-Olha, a culpa é toda tua. Se tu me tivesses avisado mais cedo, já tínhamos saído daqui.
-Vamos parar de discutir, pois quem nos devia ter avisado era aquele turista que se foi embora sem nós
– disse a Malu.
-Mas acho que ele nos avisou – afirmou.
-Ah! Finalmente sei o que é “let’s go” e infelizmente foi da pior maneira – concluiu a Malu.
-Olha, eu paguei-te um curso de Inglês para aprenderes isso.
-Tu eras a minha professora de curso e eu tive de te ensinar a dizer “hello”.
Elas lá continuaram a discutir, quando de repente se ouviu um barulho que lhes era familiar … tinha começado a chover.
E assim começou o Inverno. O poço encheu e as rãs viveram felizes para sempre.




Margarida Gouveia Nº 15 – 5ºA

Resumo do texto “As duas rãs” de Alsácia Machado

Era uma vez duas rãs que vivam numa lagoa.
O sol era muito forte e secou tudo.
Uma das rãs teve uma ideia: saltar para dentro de um poço.
Mas a outra rã pensou que o poço podia secar e assim desistiram da ideia.




Margarida Gouveia Nº 15 – 5ºA

“As duas rãs” de Alsácia Machado

Continuação da história

Ao procurarem tanto, chegaram ao pé de um muro onde habitavam duas lagartas que tomavam o seu chá e perguntaram-lhes:
- O que é que fazem aqui minhas duas lindas rãs?
E uma das rãs disse:
-Estamos à procura de água para sobrevivermos!
E a outra lagarta acrescentou:
-Vi há poucos dias um lago!
-Onde é que é esse lago? -perguntou a Prudência, uma das rãs.
- É daqui a alguns metros. Quando chegarem a uma estrada chamada Rua das Lagartas, virem à direita, depois à esquerda e de seguida sempre em frente.
E lá foram as duas rãs cansadas e cheias de fome.
Quando chegaram ao pé de uma árvore, perguntaram a um esquilo:
-Olá, sabes dizer-me onde há aqui um lago?
-Sim, é já ali ao fundo
- respondeu o esquilo.
-Obrigado! - agradeceram as rãs em coro.
Nesse momento, as duas rãs, cheias de fome e cansadas, avistaram um lago.
-Temos tanta água para sobrevivermos! - disse a Prudência. – E aqui já não seca nada.
E assim ficaram a viver felizes as duas rãs naquele belo lago.

Ana Beatriz Rodrigues, nº2, 5ºA 2010-11

O MEU RETRATO

Olá! Eu sou uma criança de dez anos. Sou alta, magra e elegante. Tenho o cabelo castanho e ondulado, os meus olhos também são castanhos e grandes como as folhas de Outono.
O meu rosto é redondo, o meu nariz é pequeno, a boca pequena, a pele branca com alguns sinais.
No Verão gosto de vestir roupas leves, como por exemplo: uns calções cor de rosa, uma blusa branca como a paz, umas sandálias cinzentas e uns brincos de ouro.
No Inverno gosto de vestir umas calças de ganga, uma blusa de cores diferentes, umas botas castanhas, um casaco preto ou de outra cor e um cachecol.
De manhã, não gosto que me acordem porque sou muito dorminhoca. Sou muito alegre e feliz.
Sou muito gulosa, mas não como muitos doces.
Gosto de ler e de estudar sozinha ou acompanhada.
Também gosto muito de ir à piscina com os meus pais e divirto-me imenso.
Sou amiga das minhas amigas e dos meus pais, mas eles para mim são tudo no mundo. Tenho uns bons sentimentos para eles, dou-lhes muito carinho e amor. Sou carinhosa e curiosa.


REALIZADO POR: ASIBÉ ARNAUDOVA Nº 4 , 5ºC

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Cai Neve

Cai neve na Natureza,
os caminhos e os pinheiros
ficam todos branquinhos.

Vejo através das vidraças
flocos brancos e leves que caem
e as crianças alegres transformam
em lindos bonecos de neve.

Mas, vejo muitas crianças e mães
tão tristes e enregeladas,que caminham
sem roupa de agasalho, nem comida quente,
para apreciarem a Natureza.

Realizado por: Laura, nº 14, 5º C,
inspirado no poema de Augusto Gil: Balada da Neve