Palavras Entressonhadas

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Escrever uma carta

Tavira, 4 de novembro de 2011

Querida amiga,

Espero que ao receberes esta carta te encontres bem de saúde, que eu cá vou indo.

Amiga, estou com muitas saudades tuas, das nossas brincadeiras, e conversas!

Como tens passado? Na escola como vais? Já tens muitos amigos?

A minha escola é fixe, já tenho muitas amigas com quem vou para a piscina, que é do que gosto muito.

Agora vamos fazer um grupo de dança onde eu vou participar.

Por agora é tudo. Vai dando notícias tuas.


Um xi-coração

Da tua amiga
Ana Correia
P.S: Não te esqueças de dar notícias.

Realizado por: Ana Correia, 6º D


O meu doce favorito

Ingredientes:


4 pacotes de natas;
1 lata de leite condensado;
2 saquetas de chantilly (Fixe Chantilly);
2 carteiras de nescafé.


Modo de Preparação:


Batem-se as natas com as saquetas de chantilly até ficar em castelo, depois junta-se o leite condensado e o café. Vai ao congelador.

Bom Apetite
Rute Afonso, 5º A

A Primavera

Era um jardim cheio de flores, com cores diferentes, todas com o seu estilo e tamanho, cheio de árvores. E passarinhos a cantar.

Havia borboletas, abelhas e ainda joaninhas.

Havia pessoas que passeavam por lá, porque era um sítio muito bonito, cheio de cor.

O aroma das flores misturava-se com o canto dos pássaros.

Esta é a estação do ano de renovação da vida. Nem calor nem frio. Apenas aromas e cânticos de louvor à Natureza.


Inês Chagas, nº 13, 6ºE

A Minha Nova Casa

Quando entro, vejo só escuridão e frio. A minha casa está fria como o vento do Norte. As portas vão abrindo-se lentamente como se a luz estivesse a voltar e a reviver em minha casa.

As paredes, antes escuras, agora voltam a ser brancas. O primeiro raio de sol a tocar causa-nos um choque como se a lava estivesse a tocar na água.

Então os meus olhos, lentamente, vão-se habituando e quando se habituam a minha casa volta a ser minha.

• Paulo Pereira nº17 6ºE



quarta-feira, 13 de junho de 2012

Uma aula especial...

           O vento bate, bate na cara num dia quente e ensolarado. Brisa de verão que não é verão. Estamos no mês de Maio a fazer coisas da escola numa sala de aula, a escrever este texto a ouvir música que nos inspira, e quando se olha para a janela vê-se um dia lindo, lindo de morrer...
Daniel, 6º E

Lua cheia

Estava no céu azul no meio do luar. As estrelas brilhavam ao meu redor e a lua cheia era magnífica.

Quando o dia nasceu, apereceu o sol com os seus raios brilhantes, as nuvens pareciam algodão doce e eu saltitava nelas como um canguru.

De tardinha, na praia, via o amanhecer com reflexos no mar azul. Era belissímo. Não havia coisa igual.

Depois fazia-se de noite novamente e eu voava até a lua e adormecia.


 Bianca Martins nº4 do 6E

Imaginação Pela Natureza afora

Naquele espaço verde, cheio de borboletas a voar como se estivessem a dançar pelo ar.
Olhando para o céu azul, lindo como a cor do mar, os passarinhos assobiando e as gaivotas cantando.
Rastejando pela relva suave e intensa que contrastava com a luz do sol, tão brilhante como um raio de luz.
Ali perto havia um pequeno rio, o barulho era imenso e, enquanto estava deitada, as flores sentiam a brisa do ar que por ali passava.
O barulho das abelhinhas até me fazia descontrair.
Os meus cabelos esvoaçaram com aquele vento que passou por ali e logo as flores se abanaram.
Por cima de mim passou um dente-de-leão, como se estivesse a pairar no ar fresco e ventoso.
Os animaizinhos andavam por ali como se estivessem a brincar.
Já estava a tardar, fui para a beira-mar apreciar aquele belo pôr-do-sol. Era cor de laranja, lindo como se fosse a primeira vez a ver uma coisa assim.
Ao anoitecer, fui outra vez para a relva que já estava fresquinha.
Quando fechei os olhos, caiu uma pequena gota de água em cima do meu rosto, era suave e muito tranquila conforme ia escorrendo.
O tempo já estava a arrefecer, as nuvens estavam a juntar-se e parecia que vinha uma grande tempestade.
A cor das nuvens era escura e intensa.
Não se ouvia nada, a não ser o vento que ali naquele momento passava brutamente.
Na ida para casa, comecei a sentir um grande cansaço em cima de mim, baixei a cabeça e bocejei com a certeza de que iria haver um grande vendaval naquela noite...
      Fátima Vicente 6 º E