Palavras Entressonhadas

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A vida é bela


O dia a acordar
O sol a nascer
O mundo a brilhar
E as crianças a crescer


Um amigo vamos guardar
Para a vida melhorar
Não o podemos perder
Senão o mundo vai acabar


Quando somos crianças
É só brincar e estudar
E quando somos adultos
Temos de labutar…

João Santos, 5ºB



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A grande aventura

                             

 Era uma vez duas crianças, uma menina e um menino, que no dia do Halloween gostavam muito de se mascarar.


Então, nesse dia mascararam-se: a menina de bruxa e o menino de pirata. Foram bater às portas perguntando:

- Doce ou Travessura?

Chegaram a uma porta onde estava tudo enfeitado de coisas de bruxas, fantasmas …

Bateram à porta e ouviram barulhos assustadores, mas continuaram a bater. Veio uma senhora, mas era muito feia, com voz de bruxa, chapéu de bruxa e bata preta.

As crianças perguntaram-lhe: «Doce ou travessura?», mas a senhora não lhes deu doces e as crianças fizeram uma travessura: mandaram-lhe um ovo! A senhora, que afinal era mesmo bruxa, depois de eles terem feito aquilo, ficou tão chateada que os transformou em sapos.

Eles, apesar de serem sapos, perceberam que ela era uma bruxa a sério; mas « será que era muito má? Ou era só a brincar? Será que iam ficar assim para sempre?» era o que eles pensavam.

Felizmente, ela estava só a brincar! Era uma poção para brincar e só durava alguns segundos. Eles ficaram assustados e nunca mais fizeram asneiras daquelas.

Barbara Brito, 5ºB

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Resumo da fábula “A raposa e as uvas “

Era uma vez uma raposa que passou ao pé de uma latada, e viu uns cachos de uvas.

Foi tentar apanhá-los, mas só que não conseguiu, porque estavam fora do seu alcance. Então para não ser humilhada pelos outros animais, disse:

- Pensei que estavam maduras, mas afinal ainda estão muito verdes!

E afastou-se, fingindo-se desinteressada.



Patrícia nº 14, 5º B

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Eu quero ser…



Quando eu for crescida quero ser cabeleireira. Eu, nesta profissão tenho de aprender a fazer tarefas variadas: lavagens de cabelo, cortes e penteados, utilizando técnicas específicas de embelezamento de cabelos de senhoras, trabalhos técnicos de coloração, descoloração, permanente e alisamento e aplicação de cabeleiras e postiços.

As vantagens deste trabalho são que, para além de trabalhar os cabelos de muitas maneiras, se o trabalho for bem feito eleva a auto-estima dos clientes; além disso precisamos de ter talento, simpatia com os clientes e disponibilidade. E também é bom ser exclusivo e saber liderar.

No entanto é uma profissão muito cansativa, porque andamos sempre de secador na mão e permanecemos muitas horas em pé.

Eu gostava de ter um cabeleireiro chamado "o salão estilo", mas para isso preciso de estudar, tirar o curso de cabeleireira e praticar muito até chegar lá.


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Filipa Dores, nº 7, 6ºD


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

O DESAPARECIMENTO DE HOBBES



Um menino de seis anos chamado Calvin, ia a passear na rua com o seu tigre de peluche Hobbes (seu melhor amigo), quando um cão o ataca e lhe tira o Hobbes. Ele tentou apanhar o cão, mas não conseguiu e gritou:
            - Mamã! Mamã! Um grande cão atirou-me ao chão e roubou-me o Hobbes.
            -Tentei agarrá-lo, mas não consegui e agora perdi o meu melhor amigo.
            - Ora Calvin, se não levasses sempre esse tigre para todo o lado, estas coisas não aconteciam – disse a mãe.
            Não há problema horrível ao qual não se possa juntar alguma culpa e torná-lo ainda pior.
            E começou assim a eterna infelicidade de Calvin. Mas logo três semanas depois, uma fada, ao verificar que ele se comportara tão bem, devolveu-lhe o Hobbes.
            Com o Hobbes, ele viajou pelo deserto, com uma máquina do tempo e ao aparecer um dinossauro, tornaram-se amigos. Viajaram por todo o mundo e  enfrentaram  imensos perigos tais como: tubarões, piranhas, crocodilos, areias movediças, etc.
            E assim viveram Calvin e Hobbes imensas aventuras, com o seu amigo dinossauro.



Rafael Ribeiro, nº 14 e restantes colegas
5º Ano  Turma E

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

De casa até à escola

De manhã, bem cedo, começo o dia a ouvir o alarme a tocar; de seguida vou a correr tomar o pequeno-almoço tão delicioso. Depois, quando estou a sair de casa, ouço a porta a bater, vejo a minha vizinha, toda aprumada, com o seu cheiro a perfume tão agradável.

Ao sair de casa, até pareço ouvir os pássaros a cantar, mas não, são as galinhas a cacarejar, como se estivessem loucas.

E mais tarde, a caminho da escola, ouço o autocarro a fazer ruídos, com a Lacy a seu lado, sempre a ladrar, e pela janela consigo observar o campo tão bonito, com as flores todas contentes a sorrir.

E por fim, quando chego à escola, sinto o cheiro a livros novos, que tão bom é de cheirar.
Márcia Contreiras, nº 12, 6º D

Qual o curso que eu quero tirar quando for grande?


         Quando era mais novo sonhava ser polícia, mas logo percebi que era uma profissão muito perigosa.  Então, facilmente mudei de ideias e tive lembrei-me de ser o que todas as pessoas querem ser quando são crianças: Astronauta.

         Queria ter uma casa na lua, mas com o tempo, à medida que fui crescendo, percebi que a minha ideia estava longe de se concretizar. Estava a ficar deprimido. As minhas duas profissões preferidas não se podiam realizar. Mas como dizem que  à terceira é de vez, agora tenho uma profissão em mente, um pouco mais fácil de realizar: Nutricionista. Tomei esta decisão (de ser nutricionista), porque ultimamente tenho visto muitas pessoas em estado de obesidade e sei que faz mal, principalmente para a saúde deles e quero tentar ajudá-los.

         Sei que um Nutricionista não é um médico que só trata de pessoas assim (obesas), mas também ajuda a fazer dietas a pessoas que não podem comer certo tipo de alimentos e outras que têm de emagrecer (como já tinha dito).

         Para tirar este curso, tenho que seguir o curso de saúde que tem médias muito altas (18 a 20). Tenho que estudar muito.

         Mas com esforço vou lá.

Diogo Santana, nº5, 6º D