Palavras Entressonhadas

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Num dia de tempestade

Havia um menino que numa tarde escura e de grande tempestade estava na janela do seu quarto a observar o que todo este temporal provocava na paisagem à sua volta e disse para um amigo que lhe estava a fazer companhia:
- Estava um tempo tão bonito e de repente ficou assim.
- Pois estava; quando o tempo fica assim tudo muda, parece que as árvores e as flores ficam tristes. – comentou ele.
- O bom destes dias é que, quando chove, fica aquele cheiro a terra molhada. Eu gosto muito de cheirar o seu perfume! O que é pena é que os passarinhos deixem de cantar e, quando eles cantam, fazem-no tão bem! – acrescentou o menino.
- Pois é, parecem aqueles senhores que são muito famosos, os passarinhos cantam que é uma maravilha. Os seus chilreios são música encantadora.
De repente, durante esta conversa, começam a ver-se uns raios brilhantes do sol a aparecer, as flores alegres abriram as suas pétalas todas e tudo na natureza ficou mais colorido e luminoso.


Os meninos ficaram muito contentes por ver tudo à sua volta a transformar-se num dia que ressurgiu muito lindo.

João Batista, nº 11, 6º B

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Aquele vestido azul…


Aquele vestido azul bem guardado estava
Sem saber porque ali andava.
Conta uma história de amor entre Romeu e Julieta.
É misterioso, nunca o guardaram numa simples gaveta!

E tu, eras capaz de o vestir!?
Olha que eu sim, pois dizem que aquele vestido gosta de sair.
É vaidoso, mas belo!
É charmoso e cheira a caramelo.
 
Ninguém sabia a quem o vestido pertencia.
Então tinham todos a mania
de o experimentar,
sem lhe perguntar.

Ele, orgulhoso como era,
ou ficava largo ou apertado.
E por fim ali ficava…

Naquele mar azulado,
de que eu já te tinha falado.
Molhado e feio ficou aquele vestido
Que parecia um pequeno batido.

Naquele mar não se ouvia nem um alarido.

Aprendeu a não ser convencido!
E foi o presente de um marido,
Que deu o vestido à mulher
que o guardou numa gaveta qualquer…

Joana Nascimento Monteiro  
ano-5º  turma -A  nº-12

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Um bom ano letivo

Olá, estamos de volta! 

Ultrapassámos os 50.000 visitantes e as 90.000 páginas lidas. O nosso blogue já correu o mundo todo desde o Brasil, ao Japão. E, lembram-se do nosso sonho? A parceria que gostaríamos de estabelecer com um blogue angolano, moçambicano… Pois é… já começamos a ter leitores de Angola. Podem confirmar no mapa das visitas, se estiverem atento(a)s. 


Neste ano letivo recomeçamos mais uma viagem pelas palavras lidas, conhecidas e reinventadas por todos vós. 

Recomeça…. 
Se puderes 
Sem angústia 
E sem pressa. 
E os passos que deres, 
Nesse caminho duro 
Do futuro 
Dá-os em liberdade. 
Enquanto não alcances 
Não descanses. 
De nenhum fruto queiras só metade. 
(...)
Miguel Torga (1907-1995)

quarta-feira, 24 de julho de 2013

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A minha viagem à praia

Numa monótona e cálida sexta-feira de verão estava eu a ver televisão, quando, de repente, me deu uma vontade enorme de ir à praia.


Logo que a minha mãe chegou fui logo contar-lhe a minha ideia; decerto que ela aceitaria logo. Assim foi: pôs logo tudo em ordem:

O protector solar, as toalhas de praia, o chapéu de sol.

Na manhã seguinte levantámo-nos bem cedo para arranjar um bom lugar, porque como fomos de carro queríamos ficar perto da praia.

Logo que chegamos, reparámos que não estava muita gente na praia, por isso arranjámos um bom lugar perto da água.

Às 10h começaram a chegar pessoas, e a praia encheu-se em menos de nada. Ouviam-se as crianças a brincar fogosas por fazer castelos e areia e nadar no imenso mar azul. Mas o que me emocionava mais era quando ouvia um homem gritando:

«Bolinhas com creme ou sem creme»

A minha boca enchia-se de água, mas como se não fosse nada continuava brincando, sabendo que a minha mãe me tinha comprado uma.

Depois de lanchar fui pôr-me ao sol e depois de fazer a digestão fui nadar. Quando saí da água e me sequei, fomos embora e deixámos a praia tal e qual como quando tínhamos chegado.

                                                                                        Trabalho realizado por:
                                                                                                  Tiago Domingos



quinta-feira, 13 de junho de 2013

Um dia inesquecível


Num dia lindo de sol como este, a minha mãe teve a ideia de eu, ela e as minhas primas irmos todas fazer um piquenique na mata da Conceição no sábado de manhã. Como tal, partimos na hora combinada no carro da minha mãe.
Quando lá chegámos, a mata cheirava a flores e conseguíamos sentir a paz que dela emanava e, o mais importante, estava limpinha e luminosa. A minha mãe começou a pôr "a mesa" e a admirar a mata:
-Esta mata não é como algumas que estão cheias de lixo e facilmente chegam a ser incendiadas. Não acham, meninas?
-Sim, mãe. Eu acho o mesmo! – respondeu uma das minhas irmãs.
E é claro que eu achava o mesmo e não só, eu achava que esta mata tinha de continuar bonita como estava. E para isso devia continuar limpa, ou seja, sem lixo e as pessoas deviam respeitá-la, de tal maneira, que não conspurcassem nem incendiassem um local tão bonito e luminoso. Mas também deviam ser sujeitos a multas pesadas se cortassem as árvores e arrancassem as flores que ali estavam.
Entretanto, apreciámos a mata e a forma como estava a ser respeitada.  Divertimo-nos a passear e a correr, rindo e brincando. A seguir, limpámos o nosso espaço como era nosso dever e fomos embora. Foi um dia maravilhoso de paz e tranquilidade ao ar livre.
Andreia Pinto, 6º C

O Rato astronauta - resumo

Os rapazes andavam entusiasmados com os foguetões que iam à Lua e voltavam.
De tão entusiasmados que estavam decidiram construir um, apontado à Quinta das Urtigas. O projeto era segredo de estado. O material que decidiram usar já era velho, mas os rapazes diziam ser de primeira qualidade.
O combustível era uma caixinha de bombas de Santo António.
Já estava tudo pronto para o lançamento e lembraram-se que faltavam os astronautas. Um foi buscar uma galinha e o outro devia buscar o Badameco, mas não achando o gato, trouxe um rato enfezado.
A galinha tremia de medo, porque não sabia o que iria acontecer.
O Jaime fazia a contagem decrescente para a descolagem. A nave não se mexeu, mas os rapazes, com medo da tia Amélia que já os ameaçava com a vassoura, fugiram a sete pés.
O Larico fugiu dos destroços do foguetão; a viagem tinha sido de ida e volta sem parar.

Bruna Martins, Joice Gomes, Juliana Afonso 6º D