Palavras Entressonhadas

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Os dois ratinhos

Havia dois ratinhos, Marco e Paulo, que eram muito amigos. Viviam na cave de uma casa velha, onde habitava uma família.
Marco, o ratinho mais novo, era cinzento com manchas brancas, com focinho preto e as orelhas muito grandes. Conseguia ouvir qualquer barulho até mil metros. Ele era preguiçoso, não gostava de se esforçar muito por nada.
Paulo, era castanho claro, com manchas cinzentas. Ele era paciente, calmo e trabalhador. Usava óculos muito grandes.
Os dois ratinhos eram muito amigos apesar dos feitios diferentes que tinham. Conseguiam entender-se mesmo quando não estavam os dois de acordo.
Com o passar de tempo os dois ratinhos ficaram sem comida e apesar de ser preguiçoso, Marco, certo dia, decidiu ir à cozinha da casa roubar comida do frigorífico. Conseguiu encontrar um pouco de queijo. A seguir foi ter com o Paulo e dividiu o queijo delicioso em duas partes iguais.
Sendo bons amigos, Marco e Paulo sempre se ajudaram um ao outro nas dificuldades do dia-a-dia.
Provérbio: devemos partilhar as coisas com os amigos.


Trabalho realizado por: Sara Nunes 

O cão e o gato

Um certo dia, um cão bonito e um gato engraçado, que trabalhavam muito, muito mesmo no Ugana, para um homem mau, resolveram fugir.
Então, um dia à tarde combinaram fugir e tirar umas férias.
- Oi, mano gato! Queres tirar umas férias no Havai? Ão? -perguntou o cão.
- Sim, pois este nosso dono só nos manda fazer coisas. – respondeu o gato.
- Então vamos!... – disse o cão.
Quando chegaram ao Havai começaram a brincar, ladrar, miar, a dançar o limbo e muitas mais coisas divertidas.
Enquanto eles se estavam a divertir, o dono ficou preocupado e foi procurá-los. Começou por Portugal e não os encontrou. Foi a Espanha e não os encontrou. Foi ao Havai e, quando os viu, gritou com eles e levou-os para casa. Como castigo fizeram o dobro das tarefas.

- Ó amigo gato, como é que ele nos encontrou? – perguntou o cão.


- Não sei!- exclamou o gato.


A moral desta história é: quem trabalha precisa de umas férias.
Provérbios: “ Só merece descansar, aquele que              trabalhar”.
                       “Só quem se cansa, descansa”.




João Neves, nº 12, 5º B


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

O gato e o cavalo



Num dia de verão muito quente, estava o cavalo na sua quinta, com os seus amigos e disse:

   - Obrigado, meus amigos, por me tratarem tão bem! Espero que nunca me tratem mal!

   No dia seguinte apareceu na quinta um gato e, todos os amigos do cavalo foram ter com ele e exclamaram:

   - Oh! Tão fofo! Vamos ficar com ele!

   E o gato ficou a viver na quinta do cavalo.

   O cavalo ficou muito zangado, pois os amigos já não lhe ligavam e disse para si próprio:

   “Aquele gato preto e branco, com olhos verdes, conseguiu vencer este cavalo branco com olhos castanhos.”

   Então o cavalo, como já ninguém lhe ligava, fugiu da sua quinta, mas, o gatinho viu-o a fugir e disse:

   - Irei atrás de ti, pois os teus amigos dizem que és muito simpático, corajoso e muito protetor, eu não irei deixar que eles percam um amigo assim!

   Enquanto caminhava, o cavalo olhava para o céu e pensava em voz alta:

   - Tinha que chegar aquele gato mau e egoísta, à minha quinta!

   O gato ficou muito triste por ouvir aquilo e disse baixinho:

   - Eu não sabia que tu pensavas isso de mim…

   - Au! - gritou o cavalo de repente.

   O cavalo tinha tropeçado num ramo e tinha-se aleijado, mas o gato quis ajudá-lo e exclamou:

   - Eu trato dessa ferida!

   - Não, tu não! – gritou o cavalo.

  O gato não ligou ao que o cavalo disse e tratou-lhe da ferida. Quando o gato acabou o trabalho, o cavalo já estava melhor e disse:

   - Afinal, não és como eu pensava. Tu és simpático e não és nada egoísta.

   - Muito obrigada por dizeres isso de mim! Agora vamos voltar para a quinta. - disse o gato muito agradecido.

   Quando os dois chegaram à quinta, todos os seus amigos saltaram para cima deles e perguntaram:

   -Onde é que estiveram? Por que é que o cavalo tem um penso na perna?

   O gato e o cavalo contaram aos amigos a história toda.

   Com esta história ficamos a saber que não devemos julgar os outros e dizer que eles são maus, quando ainda não os conhecemos bem.                                         
                                                                                                           
Provérbio: “As aparências iludem”.
                                                                                                              Catarina Palma Nº7   5º B
                                                                                                              

O mamute, a toupeira e a raposa

Era uma vez a toupeira solitária, o mamute casmurro e a raposa simpática. Certo dia, no bosque, a casa da toupeira solitária foi destruída pelo vento frio do inverno.
Ela viu um mamute a passar e perguntou-lhe:
-Podes ajudar-me a reconstruir o meu abrigo?
-Não, desenrasca-te e faz isso sozinha!-disse o mamute casmurro amargamente.
A toupeira, desesperada, foi pedir ajuda à raposa que vivia lá perto:
-Podes ajudar-me a reconstruir o meu abrigo?-perguntou a toupeira.
-Claro que sim, estou sempre pronta para ajudar!-disse a raposa simpática, alegremente.
Passado algum tempo, no verão, o abrigo do mamute derreteu e ele foi pedir ajuda à toupeira:
-Podes fazer um abrigo para mim?
-Não, quando eu te pedi ajuda, tu também não me ajudaste!-respondeu a toupeira.

Devemos ser solidários com os outros.

Pedro Santos,5ºB

A raposa e o lobo

Num dia quente de verão, a raposa e o lobo encontraram-se na floresta e começaram a contar uma à outra todas as aventuras que tinham vivido, mas sabendo que a outra tinha vivido uma aventura mais perigosa puseram-se a inventar muitas aventuras.
E isto chegou a uma grande discussão:
-Tu estás só a inventar coisas!-disse o lobo.
-Eu? Tu é que te estás a gabar com coisas que nunca aconteceram!-respondeu a raposa.
-Então, já que te achas a maior, vamos fazer uma competição!
-Está bem! Mas para que saibas, eu vou ganhar, porque sou mais esperta do que tu!-disse a raposa.
Quando se dirigiam para o riacho para fazer uma competição de saltos, o lobo armou-se em esperto e pôs-se a saltar o riacho de um lado para o outro.
-Vê lá se cais!- exclamou a raposa.
Mas no mesmo instante em que ia saltar a raposa ouviu um «splash».
-Socorro! Ajudem-me!-gritou o lobo.
A raposa muito rápida saltou para o outro lado.
-Dá-me a tua pata!-disse a raposa.
 -Não vou aceitar a ajuda de uma gabarola! – refilou o lobo.
-Então podes morrer afogado, se preferires! – retorquiu ela.
-Prefiro!-respondeu o lobo.
-Dá-me a tua pata e eu puxo-te. – insistiu a raposa.
-Ok vá, puxa! – pediu o lobo.
Depois de algum esforço a raposa conseguiu tirar o lobo da água.
-Obrigada! Admito que és bastante eficaz. – concedeu o lobo.
-E eu admito que és bastante destemido. - respondeu a raposa.

A raposa e o lobo perceberam que devem deixar o orgulho de parte e aceitar a ajuda um do outro.


Rita Agrela nº18 5ºB