Palavras Entressonhadas

sábado, 14 de novembro de 2015

Regras de segurança




Filomena Gonçalves, nº 6, 6ºC

O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry - Descrição



Era uma vez um menino. Esse menino tinha uma voz finíssima, era espantoso, tinha olhos esbugalhados de curiosidade. O seu cabelo era louro e era de tez branca. Adorava desenhar, a sua cara era séria, mas a sua curiosidade era infinita. Tinha um ar sonhador, parecia pouco cansado ou perdido, o que era espantoso visto que estava no deserto. Em suma, parecia de outro planeta.

Filomena Gonçalves, nº 6, 6º C

*Descrição * “O Principezinho ” de Antoine de Saint-Exupery

Era uma vez um menino, que era bastante curioso, engraçado, criativo e imaginativo. Por vezes, tinha um ar bastante sério, uma voz fina; estava num deserto e mesmo assim não parecia perdido, nem cansado. Este rapaz era especial, espantoso, sonhador. Era pequeno, tinha cabelo loiro e era magro. Parecia vir de outro planeta.


Mafalda Gouveia 6ºC Nº 9

Um lobo diferente

   Era uma vez, numa floresta distante, duas alcateias que lutavam entre si para decidir qual a mais forte e qual é que ficava com a maior gruta, mas havia um dos lobos que tentava manter a paz entre elas.
   -Tenham calma,CALMA! – gritava o lobo.
   Mas em vão.
   Um dia o lobo mais forte da sua alcateia disse-lhe furioso:
   -Ei, miúdo! Pára de gritar e luta se não queres dormir na rua!
   -Mas porque é que lutamos e não estabelecemos a paz !? -disse confuso e zangado.
   -Porque os outros lobos querem ficar com tudo!
   -E como é que sabes disso?
   -Arrgg! Vai te embora e deixa-me lutar!
   Enraivecido, foi-se embora.
   Um dia, ele encontrou um lobo mais pequeno, da outra alcateia e disse-lhe:
   -O que é que fazes aqui?
   -Estou perdido, podes ajudar- me?
   -Sim claro, segue-me. - e levou-o para a alcateia inimiga.
   -Obrigada! - disse-lhe agradecido.
   -De nada! Então, agora tenho de ir; está a ficar escuro. Até amanhã!
   -Xau!
   Desde aí tornaram-se grandes amigos .
   A luta continuava e os mais fracos iam dormir .
   No dia seguinte os dois lobos encontraram-se novamente às escondidas, porque os pais deles não os deixavam encontrar, por serem de alcateias diferentes. Foi aí que concordaram pôr a paz naquelas duas alcateias.
   -PAREM DE LUTAR! NÓS QUEREMOS PAZ, PAREM DE LUTAR! NÓS QUEREMOS PAZ! - diziam em coro repetidamente à frente de todos os lobos.
   Ao ouvirem aquilo riam-se chamavam-lhes fracos.
    Eles responderam assim:
   -Quem são os fracos? Aqueles que são inteligentes e que sabem que as lutas não levam a lado nenhum,ou aqueles que estão sempre a atacarem-se uns aos outros?! - disseram os dois ao mesmo tempo.
  Os outros ficaram calados e pensaram:
  -Eles têm razão!
  -É mesmo!
  -Como pude ser um egoísta? - constatou um dos lobos enquanto pedia desculpas à alcateia inimiga.
  -Fizemos um bom trabalho!
  -É mesmo! E todos ficaram a saber que as lutas não levam a lado nenhum!
  E desde então todos partilharam as suas grutas sem lutas!    


Moral:Nunca resolvas os teus problemas com violência.        

Inês Azevedo, 5ºD

terça-feira, 3 de novembro de 2015

“ Há viagens que apenas são possíveis através dos livros”


Os livros contam histórias que nos fazem pensar e viajar pelo mundo da fantasia.
Transportam-nos para locais onde só a imaginação nos pode levar.
Neles podemos viajar para qualquer parte do mundo, sentados numa cadeira.
Através dos livros podemos, por exemplo, viajar no tempo ou até mesmo para Marte.
Nessas viagens, podemos encontrar fantasias que não existem no mundo real, como por exemplo: contos de fadas, dragões, dinossauros e outras magias.
Os livros são uma forma de viajar sem sair do lugar.

Diogo Simão, 5ºB

“Há viagens que apenas são possíveis através dos livros”


Os meus pontos de vista em relação à questão colocada são que há situações na nossa vida real que só são possíveis em histórias; exemplo disso é eu fazer uma viagem ao centro da terra: essa viagem só é possível através dos livros.

  Por outro lado, se por exemplo eu quiser muito fazer uma viagem mas  não tiver possibilidades de fazê-la,  posso imaginá-la através da leitura e da ilustração de um livro.


Martim Barradas 5ºB  Nº13

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Reconto "O corvo e a raposa"

Reconto
O corvo e a raposa

    Todos os dias, ao amanhecer, um corvo ia passear pela floresta.
    Um dia, ele resolveu procurar um sítio para poisar e descansar. Enquanto procurava o melhor poiso numa árvore numa pequena aldeia, qual não foi o seu espanto quando viu uma janela entreaberta e descobriu um queijo que cheirava muito bem.
    O corvo,  muito feliz com a descoberta, voou para a árvore mais próxima com o queijo bem preso no bico e não via maneira de começar a comê-lo.
    Entretanto, uma raposa que por ali andava sentiu o cheiro do queijo e assim que viu o corvo poisado na árvore pensou numa maneira de ficar com o jantar para ele e disse-lhe:
    - Olá, senhor Corvo!Que bonito que é! Que lindas penas tem! Nunca tinha visto uma penas tão brilhantes e luzidias! E aposto que também deve ser ótimo a cantar!
    O corvo, muito contente com os elogios da raposa, abriu o bico e lá se foi o queijo que foi para à goela da raposa.
    O corvo percebeu que tinha sido enganado pela raposa e ficou muito triste por ter acreditado nela.

Trabalho realizado pela aluna: 
Margarida Costa
5ºC