Palavras Entressonhadas

quarta-feira, 24 de julho de 2013

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A minha viagem à praia

Numa monótona e cálida sexta-feira de verão estava eu a ver televisão, quando, de repente, me deu uma vontade enorme de ir à praia.


Logo que a minha mãe chegou fui logo contar-lhe a minha ideia; decerto que ela aceitaria logo. Assim foi: pôs logo tudo em ordem:

O protector solar, as toalhas de praia, o chapéu de sol.

Na manhã seguinte levantámo-nos bem cedo para arranjar um bom lugar, porque como fomos de carro queríamos ficar perto da praia.

Logo que chegamos, reparámos que não estava muita gente na praia, por isso arranjámos um bom lugar perto da água.

Às 10h começaram a chegar pessoas, e a praia encheu-se em menos de nada. Ouviam-se as crianças a brincar fogosas por fazer castelos e areia e nadar no imenso mar azul. Mas o que me emocionava mais era quando ouvia um homem gritando:

«Bolinhas com creme ou sem creme»

A minha boca enchia-se de água, mas como se não fosse nada continuava brincando, sabendo que a minha mãe me tinha comprado uma.

Depois de lanchar fui pôr-me ao sol e depois de fazer a digestão fui nadar. Quando saí da água e me sequei, fomos embora e deixámos a praia tal e qual como quando tínhamos chegado.

                                                                                        Trabalho realizado por:
                                                                                                  Tiago Domingos



quinta-feira, 13 de junho de 2013

Um dia inesquecível


Num dia lindo de sol como este, a minha mãe teve a ideia de eu, ela e as minhas primas irmos todas fazer um piquenique na mata da Conceição no sábado de manhã. Como tal, partimos na hora combinada no carro da minha mãe.
Quando lá chegámos, a mata cheirava a flores e conseguíamos sentir a paz que dela emanava e, o mais importante, estava limpinha e luminosa. A minha mãe começou a pôr "a mesa" e a admirar a mata:
-Esta mata não é como algumas que estão cheias de lixo e facilmente chegam a ser incendiadas. Não acham, meninas?
-Sim, mãe. Eu acho o mesmo! – respondeu uma das minhas irmãs.
E é claro que eu achava o mesmo e não só, eu achava que esta mata tinha de continuar bonita como estava. E para isso devia continuar limpa, ou seja, sem lixo e as pessoas deviam respeitá-la, de tal maneira, que não conspurcassem nem incendiassem um local tão bonito e luminoso. Mas também deviam ser sujeitos a multas pesadas se cortassem as árvores e arrancassem as flores que ali estavam.
Entretanto, apreciámos a mata e a forma como estava a ser respeitada.  Divertimo-nos a passear e a correr, rindo e brincando. A seguir, limpámos o nosso espaço como era nosso dever e fomos embora. Foi um dia maravilhoso de paz e tranquilidade ao ar livre.
Andreia Pinto, 6º C

O Rato astronauta - resumo

Os rapazes andavam entusiasmados com os foguetões que iam à Lua e voltavam.
De tão entusiasmados que estavam decidiram construir um, apontado à Quinta das Urtigas. O projeto era segredo de estado. O material que decidiram usar já era velho, mas os rapazes diziam ser de primeira qualidade.
O combustível era uma caixinha de bombas de Santo António.
Já estava tudo pronto para o lançamento e lembraram-se que faltavam os astronautas. Um foi buscar uma galinha e o outro devia buscar o Badameco, mas não achando o gato, trouxe um rato enfezado.
A galinha tremia de medo, porque não sabia o que iria acontecer.
O Jaime fazia a contagem decrescente para a descolagem. A nave não se mexeu, mas os rapazes, com medo da tia Amélia que já os ameaçava com a vassoura, fugiram a sete pés.
O Larico fugiu dos destroços do foguetão; a viagem tinha sido de ida e volta sem parar.

Bruna Martins, Joice Gomes, Juliana Afonso 6º D
 

terça-feira, 28 de maio de 2013

Alice no País das Maravilhas.

Alice é uma menina loira de cabelos compridos, de olhos azuis e muito branquinha.


Um dia, os pais de Alice decidem ir viver para o país das maravilhas. Alice muito entusiasmada diz:

- Fixe! Vamos viver para um mundo com seres estranhos e mágicos.

O pai de Alice depois de ter ouvido o que a filha lhe disse, afirmou:

- Alice, filha, eles não são seres estranhos nem mágicos, eles são pessoas como nós. E para onde nós vamos não é o país das Maravilhas, é apenas uma terra escondida em Londres.

Alice sentiu-se muito triste por o pai ter dito aquelas coisas, sabendo que o que disse era verdade, porque lê nos livros de fantasia.

Passadas umas horas partiram numa longa viagem.

Finalmente chegados, Alice foi logo pousar as malas para ir conhecer melhor a terra misteriosa.

Bom, Alice estava a passear sozinha pelo bosque e apareceu um gato que ficava invisível. Ele pousou numa árvore e dsse:

- Buh!

Alice, muito assustada, grita:

- Ah! que susto. Que és tu?

- Eu sou o gato miau e quem és tu? – respondeu o gato.

- Eu sou a Alice, tu falas? – perguntou ela.

- Sim, porque aqui somos seres estranhos e mágicos. – retorquiu o gato.

- A sério!? Que fixe, foi o que eu disse ao meu pai, mas ele não acreditou em mim.

- Pois, nenhum adulto acredita em nós. – confirmou o gato.

De repente, Alice tem uma grande ideia.

- Anda, vamos conhecer os meus pais.

E lá foram os dois para o gato conhecer os pais de Alice.

Trabalho realizado por:

Ana Silva nº1

Erica Frangolho nº6

Joana Pereira nº9

terça-feira, 14 de maio de 2013

Se eu fosse uma...




Se eu fosse uma flor
Seria bela como o ar
E iria esvoaçar, esvoaçar.

 Se eu fosse uma flor
No campo iria desabrochar
Margaridas com amor
Elas vão nos dar.

Se eu fosse uma flor
Viajaria para o mar
Viajaria sem parar.

Queria ver o mar
A esvoaçar, esvoaçar.

A minha Infância


Recordo-me com saudade das brincadeiras e aventuras que fazia quando era mais nova.
Eu e a minha irmã íamos para a casa da minha avó brincar. Colocávamos almofadas no chão e fingíamos que eram pedras. O chão era lava derretida e não o podíamos pisar. Fazíamos cócegas uma à outra e ríamos imenso. E quando alguém estava quase a fazer anos, divertíamo-nos a fazer postais de parabéns, pois gostávamos de fazer trabalhos manuais: pinturas, colagens, recortes…
Eu adorava ir à praia. Fazia castelos de areia e enfeitava-os com conchas e algas. Fazia piscinas, mas elas eram sempre destruídas pela água.
No quintal da minha casa, desenhámos o jogo da macaca e eu e a minha irmã passávamos as tardes a jogar.
Gosto de me lembrar da minha infância de vez em quando.

Cristiana Francisco, nº 8, 6º B