Clube de Leitura

Palavras Entressonhadas

quinta-feira, 25 de maio de 2017

O naufrágio - descrição

Um barco foi pescar numa noite de tempestade.
O barco era um pouco pequeno comparado com as ondas gigantes no mar.
Ondas muito altas, o mar muito agitado.
O céu todo tapado por nuvens carregadas de água, a chover torrencialmente com muitos raios e trovões.

Esta imagem faz muito lembrar o filme Titanic até porque as histórias são muito parecidas e os dois barcos se afundam. 
Sinto um pouco de tristeza pela tripulação.

Nome: Clara Agrela
Turma: 6ºB

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Oceâna


Olá, estamos de volta à terceira etapa do ano letivo com uma nova história. Esperamos que gostes!


Há cinco anos atrás, numa cidade de sereias, chamada Oceâna, reinava uma rainha muito bondosa de nome Pérola. Esta cidade não conseguia sobreviver sem um amuleto mágico que a protegia de todo o mal. Toda a população morreria se o amuleto desaparecesse.

Passada uma semana, descobriram que este tinha sido roubado. Toda a gente estava preocupada, porque só tinham umas horas até Oceâna morrer.

Então, a rainha resolveu chamar um grupo de três raparigas chamadas Bela, Kika e Vanessa. Elas eram detetives.

Primeiro foram investigar o local do crime e, quando chegaram, a Bela disse:
- Meninas, olhem estas pegadas!
- Pois é, vamos segui-las para vermos onde é que vão dar! - exclamou a Kika.
- Ok. - concordaram a Vanessa e a Bela ao mesmo tempo.

Seguiram e seguiram as pegadas até que encontraram um esconderijo do mal. que pertencia a um vilão chamado Bobby. Procuraram e procuraram o amuleto até que o encontraram e fugiram. Depois, puseram o amuleto no sítio e tudo voltou ao normal.

Por: Carolina Valentim, nº 5, 5º A

quinta-feira, 16 de março de 2017

O Retrato de Margarida









LÁ FORA, GUIA PARA A DESCOBRIR A NATUREZA









Maria Rita, 5º A

A vila arco-íris



Era uma vez uma vila em que tudo era colorido: a relva, as pessoas, os animais, as casas, as estradas eram“mergulhadas” no arco-íris principal, o maior do mundo e o único que se podia tocar como se fosse tinta num balde.
Mas  um dia as nuvens não aguentaram mais a água e choveu, choveu, choveu e... as cores desapareceram todas e ao desaparecerem a alegria foi com elas!
Todos ficaram tristes. A única  cura para tal tristeza só poderia ser através de alguém daquela vila, que não tivesse sido afetado pela tristeza.
Por sorte, Sarah não estava na vila, quando o arco-íris desapareceu, pois tinha ido a uma festa na vila vizinha, por isso não foi afetada pela tristeza. Sarah tinha  19 anos, era muito aventureira, brincalhona e usava o cabelo preso em dois  totós que pareciam duas cascatas brilhantes e longas.
Então não teve outro remédio senão deixar a sua parte aventureira dominar-lhe todo o seu corpo. Sarah teria de  combater trolls e monstros até chegar ao desafio final: uma gruta em  que os  rochedos eram feitos de oiro, esmeraldas, diamante, rubis e outros minerais preciosos que tinham todas as cores do arco-íris, quando se encontravam com a luz do sol . O guardião dessa gruta era um grande dragão, majestoso, verde com uma grande cauda. Ele cuspia fogo vermelho e conseguia cuspi-lo até 3 metros de distância.
Sarah, com bravura, pegou numa espada presa entre as rochas e matou-o, espetando a espada no coração do dragão. Antes de morrer, ele disse a Sarah: “Vai para casa. As cores voltaram. O meu espírito está finalmente liberto deste corpo horrível, depois de 50 mil anos.”
Sarah sorriu e foi a correr para casa.
Quando chegou, os pais dela abraçaram-na e todos ficaram muito felizes ao ver que ela tinha  salvo a vila da tristeza,  transformando-a novamente na linda vila arco-íris.