Clube de Leitura

Palavras Entressonhadas

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Preservar as espécies selvagens

Na minha opinião o tema é muito importante. Porque acho que todas as pessoas deviam dar importância ao mesmo que é preservar as espécies selvagens, porque há milhões de animais selvagens em vias de extinção como por exemplo: o Lince-Ibérico, Antílope-tibetano, Baleia-azul, Chimpanzé, Elefante-da-floresta, Elefante-indiano, Foca-monge-do-mediterrâneo, Golfinho, Gorila-do-ocidente, Gorila-do-oriente, Jaguar, Orca, Ornitorrinco, Panda-Gigante, Panda vermelho, Puma, Rinoceronte-de-Sumatra, Urso-Polar, Tigre e etc.
Estas espécies selvagens estão a desaparecer por causas humanas, pois o ser humano caça os animais para fazer vestuário e para comer.
Os humanos deviam parar a caça e deviam fazer coisas para que os animais fiquem protegidos de todas as ameaças, como, por exemplo: evitar destruir o ambiente, porque estão ao mesmo tempo a destruir o habitat dos animais, fazendo também com que estes tenham que se mudar e alguns morrem, e assim, o mundo fica sem animais selvagens.

 Rita, 5º A

Lá Fora, Guia para descobrir a Natureza








quinta-feira, 13 de outubro de 2016

D. Sebastião, o desejado

Parte o Dom Sebastião
com certeza da vitória
enfia-se na esperança,
fica na nossa memória.

Dom Sebastião rei
andava sempre feliz,
era um menino sem noção
e abalou o país.

Desde muito pequenino
queria ser um guerreiro,
sempre muito convencido
queria estar sempre em primeiro.

Dom Sebastião criou um reino,
reino de Portugal
com boas condições
nada lhe fazia mal.

Desapareceu nosso menino
nosso anjo da guarda
infiltrou-se no nevoeiro
não sobrou nem a farda.

Realizado por: Santiago Mateus, 5º A

terça-feira, 21 de junho de 2016

Final de ano letivo


Amanhã é um dia em Grande: matrículas do 2º ciclo. Mais uma etapa alcançada nas vossas vidas! 

O blogue deseja que assim prossigam e que conquistem todos os vossos sonhos com  honestidade, trabalho, dedicação e alegria. 

Daí o nosso nome: "Palavras Entressonhadas". 

NUNCA desistam! 

Aqui fica o conselho bem humorado do nosso amigo Bugs Bunny:


Gostámos de vos conhecer e aqui fica mais um trabalho duma colega que tem muito a ver com "O SONHO", a propósito da obra: "Alice no país das maravilhas".

No país das maravilhas



Estava eu e a minha melhor amiga Alice, sentadas ao pé de uma árvore, quando de repente vimos um coelho todo preto a correr. Nós fomos atrás dele e vimo-lo a passar por heras que iam dar a uma gruta. Entrámos dentro da gruta. Quando reparámos que o coelho desceu através de um escorrega ou de alguma coisa parecida, cheias de curiosidade, seguimo-lo.


Fomos parar a um lindo jardim cheio de animais, plantas e coisas maravilhosas; fomos falando com as criaturas que nos dirigiam a palavra, pareciam amigáveis. Passado algum tempo vimos o coelho preto acompanhado por uma mulher com uma coroa na cabeça e um vestido vermelho e preto. Atrás dela estavam uns guardas que eram minotauros.

Perguntámos-lhe onde estávamos mas ela nem quis saber quem nós éramos. A mulher gritou: “Matem-nas!”.

Claramente, era hora de fugir!

Já mais à frente vimos uma coisa estranha que parecia um gato meio cão. Ao ver que estávamos em apuros ele ofereceu-nos uma saída para toda aquela algazarra. Num ato de desespero, nós seguimo-lo.


Ele guiou-nos até uma fonte e disse que quem fosse puro de espírito poderia tornar-se invisível ao beber daquela água.

A Alice bebeu-a, rapidamente fez efeito e ela desapareceu. Eu bebi também; por momentos pensei estar segura, mas essa segurança passou assim que os guardas me agarraram pelos braços.

A água miraculosa não havia resultado.

Nesse momento levei um choque, a minha temperatura corporal baixou, o meu cérebro paralisou por um breve momento. Foi aí que acordei.

E aqui estou eu, sentada, a escrever sobre a minha experiência. E ainda hoje me questiono: Será que descobri um mundo secreto e os guardas apagaram a minha memória para que não o pudesse divulgar? Ou foi tudo um sonho? 

O que é certo é que nunca mais vi a minha amiga Alice.

Realizado por: Mónica Menau, nº 12, 6º C