Clube de Leitura

Palavras Entressonhadas

quinta-feira, 16 de março de 2017

O Retrato de Margarida









LÁ FORA, GUIA PARA A DESCOBRIR A NATUREZA









Maria Rita, 5º A

A vila arco-íris



Era uma vez uma vila em que tudo era colorido: a relva, as pessoas, os animais, as casas, as estradas eram“mergulhadas” no arco-íris principal, o maior do mundo e o único que se podia tocar como se fosse tinta num balde.
Mas  um dia as nuvens não aguentaram mais a água e choveu, choveu, choveu e... as cores desapareceram todas e ao desaparecerem a alegria foi com elas!
Todos ficaram tristes. A única  cura para tal tristeza só poderia ser através de alguém daquela vila, que não tivesse sido afetado pela tristeza.
Por sorte, Sarah não estava na vila, quando o arco-íris desapareceu, pois tinha ido a uma festa na vila vizinha, por isso não foi afetada pela tristeza. Sarah tinha  19 anos, era muito aventureira, brincalhona e usava o cabelo preso em dois  totós que pareciam duas cascatas brilhantes e longas.
Então não teve outro remédio senão deixar a sua parte aventureira dominar-lhe todo o seu corpo. Sarah teria de  combater trolls e monstros até chegar ao desafio final: uma gruta em  que os  rochedos eram feitos de oiro, esmeraldas, diamante, rubis e outros minerais preciosos que tinham todas as cores do arco-íris, quando se encontravam com a luz do sol . O guardião dessa gruta era um grande dragão, majestoso, verde com uma grande cauda. Ele cuspia fogo vermelho e conseguia cuspi-lo até 3 metros de distância.
Sarah, com bravura, pegou numa espada presa entre as rochas e matou-o, espetando a espada no coração do dragão. Antes de morrer, ele disse a Sarah: “Vai para casa. As cores voltaram. O meu espírito está finalmente liberto deste corpo horrível, depois de 50 mil anos.”
Sarah sorriu e foi a correr para casa.
Quando chegou, os pais dela abraçaram-na e todos ficaram muito felizes ao ver que ela tinha  salvo a vila da tristeza,  transformando-a novamente na linda vila arco-íris.

                                         

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Uma viagem pelo mar perigoso


Vejo um mar perigoso. Estava um barco português a tentar passar nas rotas brasileiras.

Mas o tempo não ajudava, pois estava um dia tempestuoso e muito chuvoso, como se alguém estivesse a chorar.

As coisas saltavam do barco, e as ondas eram gigantes,
O barco parecia um baloiço de um lado para o outro.

Sinto pena das pessoas que estavam lá dentro...

Inês José, nº 11, 6º B