Clube de Leitura

Palavras Entressonhadas

quinta-feira, 20 de Novembro de 2014

O gato e o cavalo



Num dia de verão muito quente, estava o cavalo na sua quinta, com os seus amigos e disse:

   - Obrigado, meus amigos, por me tratarem tão bem! Espero que nunca me tratem mal!

   No dia seguinte apareceu na quinta um gato e, todos os amigos do cavalo foram ter com ele e exclamaram:

   - Oh! Tão fofo! Vamos ficar com ele!

   E o gato ficou a viver na quinta do cavalo.

   O cavalo ficou muito zangado, pois os amigos já não lhe ligavam e disse para si próprio:

   “Aquele gato preto e branco, com olhos verdes, conseguiu vencer este cavalo branco com olhos castanhos.”

   Então o cavalo, como já ninguém lhe ligava, fugiu da sua quinta, mas, o gatinho viu-o a fugir e disse:

   - Irei atrás de ti, pois os teus amigos dizem que és muito simpático, corajoso e muito protetor, eu não irei deixar que eles percam um amigo assim!

   Enquanto caminhava, o cavalo olhava para o céu e pensava em voz alta:

   - Tinha que chegar aquele gato mau e egoísta, à minha quinta!

   O gato ficou muito triste por ouvir aquilo e disse baixinho:

   - Eu não sabia que tu pensavas isso de mim…

   - Au! - gritou o cavalo de repente.

   O cavalo tinha tropeçado num ramo e tinha-se aleijado, mas o gato quis ajudá-lo e exclamou:

   - Eu trato dessa ferida!

   - Não, tu não! – gritou o cavalo.

  O gato não ligou ao que o cavalo disse e tratou-lhe da ferida. Quando o gato acabou o trabalho, o cavalo já estava melhor e disse:

   - Afinal, não és como eu pensava. Tu és simpático e não és nada egoísta.

   - Muito obrigada por dizeres isso de mim! Agora vamos voltar para a quinta. - disse o gato muito agradecido.

   Quando os dois chegaram à quinta, todos os seus amigos saltaram para cima deles e perguntaram:

   -Onde é que estiveram? Por que é que o cavalo tem um penso na perna?

   O gato e o cavalo contaram aos amigos a história toda.

   Com esta história ficamos a saber que não devemos julgar os outros e dizer que eles são maus, quando ainda não os conhecemos bem.                                         
                                                                                                           
Provérbio: “As aparências iludem”.
                                                                                                              Catarina Palma Nº7   5º B
                                                                                                              

O mamute, a toupeira e a raposa

Era uma vez a toupeira solitária, o mamute casmurro e a raposa simpática. Certo dia, no bosque, a casa da toupeira solitária foi destruída pelo vento frio do inverno.
Ela viu um mamute a passar e perguntou-lhe:
-Podes ajudar-me a reconstruir o meu abrigo?
-Não, desenrasca-te e faz isso sozinha!-disse o mamute casmurro amargamente.
A toupeira, desesperada, foi pedir ajuda à raposa que vivia lá perto:
-Podes ajudar-me a reconstruir o meu abrigo?-perguntou a toupeira.
-Claro que sim, estou sempre pronta para ajudar!-disse a raposa simpática, alegremente.
Passado algum tempo, no verão, o abrigo do mamute derreteu e ele foi pedir ajuda à toupeira:
-Podes fazer um abrigo para mim?
-Não, quando eu te pedi ajuda, tu também não me ajudaste!-respondeu a toupeira.

Devemos ser solidários com os outros.

Pedro Santos,5ºB

A raposa e o lobo

Num dia quente de verão, a raposa e o lobo encontraram-se na floresta e começaram a contar uma à outra todas as aventuras que tinham vivido, mas sabendo que a outra tinha vivido uma aventura mais perigosa puseram-se a inventar muitas aventuras.
E isto chegou a uma grande discussão:
-Tu estás só a inventar coisas!-disse o lobo.
-Eu? Tu é que te estás a gabar com coisas que nunca aconteceram!-respondeu a raposa.
-Então, já que te achas a maior, vamos fazer uma competição!
-Está bem! Mas para que saibas, eu vou ganhar, porque sou mais esperta do que tu!-disse a raposa.
Quando se dirigiam para o riacho para fazer uma competição de saltos, o lobo armou-se em esperto e pôs-se a saltar o riacho de um lado para o outro.
-Vê lá se cais!- exclamou a raposa.
Mas no mesmo instante em que ia saltar a raposa ouviu um «splash».
-Socorro! Ajudem-me!-gritou o lobo.
A raposa muito rápida saltou para o outro lado.
-Dá-me a tua pata!-disse a raposa.
 -Não vou aceitar a ajuda de uma gabarola! – refilou o lobo.
-Então podes morrer afogado, se preferires! – retorquiu ela.
-Prefiro!-respondeu o lobo.
-Dá-me a tua pata e eu puxo-te. – insistiu a raposa.
-Ok vá, puxa! – pediu o lobo.
Depois de algum esforço a raposa conseguiu tirar o lobo da água.
-Obrigada! Admito que és bastante eficaz. – concedeu o lobo.
-E eu admito que és bastante destemido. - respondeu a raposa.

A raposa e o lobo perceberam que devem deixar o orgulho de parte e aceitar a ajuda um do outro.


Rita Agrela nº18 5ºB

terça-feira, 11 de Novembro de 2014

Cidade de Tavira

 Viagem TURÍSTICA EM Tavira

Biblioteca Municipal - Local da partida

Saímos da Biblioteca e viramos à esquerda, seguindo pela rua Dr. Silvestre Falcão.
passamos pelo Tribunal, viramos à direita e vamos até ao Jardim do Coreto.
Depois subimos a avenida da liberdade e, perto dos Correios, viramos à direita e encontramos a igreja de Santiago; subimos até à igreja de Santa Maria e vamos pelas suas traseiras até ao Castelo da Cidade.
saindo do castelo, descemos em direção às ruinas romanas e depois para a Praça da Republica onde se situa a Câmara Municipal.
Seguimos em frente e passamos a ponte romana em direção ao jardim da alagoa onde se encontra a igreja de São Paulo;
Seguimos então pela Rua Álvaro de Campos e viramos à direita pela Rua dos Fumeiros deTrás, chegando ao Largo de São Brás e do Carmo onde pudemos visitar as suas igrejas;
Seguimos então pela Rua do Óculo até à Rua Irene Rolo; continuamos  pela mesma até encontrar a rua Salgueiro Maia nº 4, onde resido.

e assim termina esta pequena aventura.


Por: Hugo Revés, nº 10, 6º C

terça-feira, 14 de Outubro de 2014

O cão e o gato - reconto

Era uma vez um cão e um gato, que viviam com uma velhota num casebre. O cão e o gato não se davam lá muito bem. Por isso a velhota estava sempre a dizer para eles se darem bem, mas eles não lhe ligavam.
Passados alguns dias, a velhota acabou por morreu. Um dia, os familiares da velhota foram lá a casa e expulsaram o cão e o gato.
Muitos dias depois, o cão e o gato, estavam com fome e com muito frio.
Eles encontraram uma gruta e entraram. Lá dentro encontraram o Génio da Gruta que lhes perguntou:
-O que é que querem de mim?
o cão e o gato responderam:
-Nós só queremos carinho, comida e um lugar quentinho.
-Para vocês terem carinho, comida e um lugar quente, o gato tem que ficar como o cão e o cão tem que ficar como o gato. -disse o Génio com um ar muito sério.
o cão e o gato não queriam trocar de corpos, mas, ou faziam isso ou morriam. Então, acabaram por aceitar.
Quando saíram da gruta encontraram uma menina com o pai.
-Pai, posso levar este cão e este gato para a nossa casa? -perguntou a menina.
-Os cães e os gatos não se dão bem filha -respondeu o pai da menina.
-Mas estes estão tão juntinhos! -exclamou a menina.
Acabaram por os levar.
Todos os dias o cão e o gato andavam sempre juntos, pois quem é que não se dá bem consigo próprio?

Reconto da obra: "O cão e o gato" de António Torrado
Por: Catarina Palma, nº7, 5ºB



O cão e o gato - reconto

Era uma vez uma velhinha que tinha um cão e um gato. O cão e o gato eram inimigos e a velhinha andava sempre a dizer para eles serem amigos.

Um dia a velhinha morreu e o cão e o gato ficaram muito tristes, a família expulsou-os de casa.
Havia muito frio, muita chuva e eles cheios de fome.
Eles encontraram uma gruta que era muito longa, e lá viram o génio das cavernas e
ele perguntou:
- O que querem de mim?
E o cão e o gato responderam:
- Queremos um dono, carinho e comida.
O génio disse:
- Concedido mas com uma condição o gato transforma-se em cão e o cão em gato.
Eles não queriam, mas se não se transformassem morriam. Então aceitaram.
No meio da rua encontraram uma menina que perguntou ao pai se os podia levar e o pai respondeu:
- Os cães e os gatos são inimigos.
E a menina disse:
- Estes não são, estão tão juntinhos.
Então levou-os.
O cão e o gato já não viviam na esperança de serem quem eram, e passaram a ser verdadeiramente amigos.


Reconto da obra: "O cão e o gato" de António Torrado
Por: Carolina Reis, nº 6, 5º B