Clube de Leitura

Palavras Entressonhadas

Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

Texto descritivo


É de noite. Estou ao pé do rio…
Tem um aspeto vagaroso, refletindo a lua e as estrelas, com a proa dos barcos a rasgar e um silêncio , uma calma absoluta.
Brígida Fernandes, 6º E

Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Três histórias do futuro

No século vinte e sete na cidade de Alcochete vivia um senhor chamado Sr.Roquete que vendia sabonete.
A cidade tinha muitos prédios de mil andares.
Mas na cidade havia só um senão: cheirava mal porque o rio Tejo ficou transformado no maior cano de esgoto da Península Ibérica e descia fumo das chaminés industriais
Por isso é que o Sr.Roquete vendia tanto sabonete.
Sabonete de limão para quem cheirava a alcatrão.
Sabonete de ananás para quem cheirava a aguarrás.
Sabonete de manjerico para quem cheirava a penico.
Vendendo tantos sabonetes o Sr.Roquete ficou tão rico! Comprou muitas coisas, comprou um prédio num bairro moderno.
Fartou-se da escuridão, meteu-se no automóvel, mas o trânsito era tão grande que levou dois dias.
Tentou estacionar, mas só arranjou um lugar na vizinhança de Santarém.
Irritado, saltou para o foguetão e foi conhecer o mundo.
Como as pessoas ricas, o Sr.Roquete mandou construir fábricas.
Mas com essas fábricas as chaminés deixaram a cidade encarnada de fumo preto e amarelo.
O ar não dava para respirar e as pessoas tiveram que usar mascaras de oxigénio, não só as pessoas como todos os animais.
O Sr.Roquete entrou no seu foguetão e acelerou, acelerou passou os fumos e encontrou uma cidade muito limpa com todos os cheiros de sabonetes.
Mas conforme o tempo passava, começaram a chegar pessoas e mais pessoas cada vez mais até que ficou tão cheia como a cidade de Alcochete.
O Sr.Roquete entrou no foguetão e acelerou muito e encontrou outra cidade muito limpa, mas não era uma cidade qualquer! Era a cidade de Alcochete muito limpa.
Rodrigo, 6º E



ACRÓSTICO

BULLYING

Bullying é cruel e, da
Ultima vez que vi a minha amiga, ela estava a chorar…
Lágrimas de tristeza por estar traumatizada, por não ser
Livre para fazer o que mais gosta!
Yes, Yes, consegui magoá-la novamente e não me
Importo de a fazer sofrer… DIZEM ELES!
Ninguém deveria fazer mal aos outros. Deveríamos sim, ser
Gentis, não importa a cor, a raça ou a religião!

Márcia
5ºAno Turma C


Sexta-feira, 4 de Maio de 2012

A minha bicicleta



A minha bicicleta é preta e branca
E quando nela ando, sinto-me feliz.
Voo muito alto, mas não saio do lugar.
Quando estou lá, sinto-me a pairar.


Ando para cima, ando para baixo,
Ando sempre sem parar,
Nem consigo abrandar,
Para descansar.
A minha bicicleta parece um comboio,
Ou antes um fantástico avião,
Posso andar, planar,
Mas consigo fazer tudo no chão.



A minha bicicleta tem um toque de magia,
Era capaz de andar nela até ao fim do dia.
Mas não posso porque estou de castigo,
Não faças nada de mal,
Ouve o que eu te digo!

      João Faleiro, nº 15, 6ºE


Quinta-feira, 3 de Maio de 2012

Relatório da visita de estudo a Lisboa

No dia 16 de Abril, por volta das 08:30, chegámos à escola para ir a Lisboa assistir ao teatro  “A Aventura de Ulisses”. Connosco no autocarro estavam o 6ºC e o 6ºD.
Só saímos de Tavira às 08:45. Viajámos umas duas horas, quando parámos para descansar, comer e ir à casa de banho.
Andámos de autocarro mais umas duas horas até Lisboa. Quando chegámos à capital já eram quase 13 horas da tarde, por isso fomos almoçar e depois partimos para o auditório Pedro Arrupe, onde iria decorrer a peça de teatro: “A Aventura de Ulisses”.
Ainda andámos bastante, mas não conseguimos chegar ao colégio, por isso chamámos o autocarro.
O colégio Pedro Arrupe, onde iria decorrer a reprepresentação, era muito grande e quando nós entrámos vimos o parque de estacionamento, vários edifícios…
Ainda tivemos que esperar algum tempo e quando finalmente entrámos no auditório vimos que ele era enorme; era maior que uma sala de cinema em Tavira, tinha um projector, um palco com luzes e filas e mais filas de cadeiras.
O teatro demorou quase uma hora e meia. Eu gostei muito e achei que os atores representavam muito bem. O teatro também mostrou cenas que nós não demos na disciplina de Língua Portuguesa, porque era a versão da “Odisseia” e o nosso livro é uma adaptação de Maria Alberta Menéres.
Quando nos levantámos e fomos para o autocarro, não parecia que tinha passado um dia inteiro. Então comemos um pouco antes de entrar no autocarro, pois só voltaríamos a parar daí a duas horas.
A viagem de regresso a Tavira foi igual à outra e, quando chegámos a Tavira, já eram oito e meia. A pouco e pouco, todos se foram embora com os pais para casa.
Realizado por:
-Paulo Pereira Nº 17 6ºE

Sexta-feira, 27 de Abril de 2012

A maior flor do mundo


       Era uma vez uma família que tinha ido a uma colina buscar uma árvore  para decorar o seu jardim . A árvore, apesar de pequena,  fazia sombra a um girassol . Entretanto, enquanto o pai tratava de arrancar a árvore, o menino encontrou um escaravelho e guardou-o numa caixa com buracos. Quando chegaram a casa o menino foi espreitar para dentro da caixa e o escaravelho  aproveitou essa oportunidade para fugir .
O menino foi atrás dele e quando se deu conta reparou que estava no sítio onde fora com o pai arrancar a árvore. Para sua surpresa e tristeza,  o outrora verdejante girassol que estava de baixo da árvore tinha murchado .
Ele apressou-se a ir buscar água e mais água , vezes sem conta, ao riacho para tentar reanimar o girassol. O girassol começou a crescer, crescer até que ficou de um tamanho colossal. Ao ver que a planta não necessitava de mais água, e devido ao cansaço, deitou-se perto da e adormeceu.O girassol, para retribuir o gesto de bondade do menino, deixou cair uma das suas pétalas sobre o menino que estava a dormir. Os seus pais, entretanto, aperceberam-se do desaparecimento dele e da janela de  casa viram o gigantesco girassol. Ambos tiveram o mesmo pensamento e correram na sua direcção na esperança de o encontrarem lá.
Ao chegar perto do girassol viram o seu filho a dormir perto da gigante flor , tapado com uma pétala  e agradeceram ao girassol.
A partir desse dia os pais do menino começaramr a visitar a flor todos os dias  .
Moral desta historia é : “Fazer o bem , sem olhar a quem”
Tiago Domingos
5ºAno Turma D

Resumo das histórias do livro “Três Histórias do Futuro”

1ª História

Portugal era um país pobre e endividado, mas foram descobertas jazidas de petróleo e a partir desse momento a população ficou rica, deixou de trabalhar e de ir à escola. Os campos deixaram de ser cultivados, o gado deixou de ser alimentado e a mão-de-obra era estrangeira. Portugal vivia da exportação do petróleo e importava todos os outros produtos.

Com a descoberta de novas fontes de energia, os países estrangeiros deixaram de comprar petróleo a Portugal e a população portuguesa voltou a ficar pobre.

No final, o presidente da República vendeu Portugal e fugiu para o Brasil com todo o dinheiro.

2ªHistória

Na cidade de Alcochete vivia o senhor Roquete, que vendia sabonetes de vários cheiros às pessoas, porque cheiravam muito mal devido à poluição.

Para fugir a este caos ele resolveu montar-se num foguetão e ir viver para outro planeta.

A população de Alcochete quando descobriu que o senhor Roquete tinha fugido, resolveu também fugir, mas ao chegar lá poluíram o planeta. Então, o senhor Roquete montou-se novamente no seu foguetão e regressou à sua cidade.

3ªHistória

Um rei solteiro mandou fazer um filho por encomenda, substituindo o amor paterno pelas máquinas. O príncipe perfeito era muito inteligente mas também era muito frágil e adoeceu. Levaram-no para o hospital, mas ele acabou por fugir e foi encontrado mais tarde pela polícia. O rei, ao tomar conhecimento do abandono deste menino, chamou-o à sua presença. Depois de conversarem e de lhe fazer muitas perguntas, o rei reconheceu-o e, a partir daí, passou a tratá-lo como um humano, dando-lhe atenção e carinho, amor paterno e deu-lhe o nome de Felício Máquina Malaquias, em homenagem à sua mãe.
 
5ºAno Turmas C/D