Palavras Entressonhadas

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Entrevista ao escritor António Torrado



António Torrado seguiu ao longo da sua vida as mais diferentes carreiras, como escritor, pedagogo, jornalista, editor, produtor e argumentista.


P: Quando é que começou a escrever e a publicar livros?
R: Eu comecei a escrever desde muito novo, já nem me lembro bem quando, mas comecei a publicar livros aos 18 anos.

P: Para quem é que costuma escrever os seus livros e porquê?
R:.Eu costumo escrever sobretudo para os mais novos, para manter o espírito criativo.

 P: Em que é que o senhor se licenciou e onde?
R:.Eu licenciei-me em filosofia pela universidade de Coimbra.

P: Quantos livros é que o senhor fez ao longo da sua carreira até agora?
R:Surpreendentemente posso dizer que na minha carreira fiz mais de 130 livros. 

P: Pode indicar 3 obras importantes da sua infância?
R:O veado florido, A chave do castelo azul e A nuvem e o caracol.

P: Trabalha em parceria com alguém? 
R: Sim, faço-o frequentemente  com  Maria Alberta Menéres.

 
P: O que faz agora para além de escrever?
R: Recentemente comecei também a trabalhar em novelas, romances infantis e juvenis. 

P: Só escreve contos?
R: Não, também escrevo poesia e textos de raiz popular e tradicional. Recentemente comecei também a trabalhar em novelas, romances infantis e juvenis. 
 
P: É professor de que disciplina?
R: Sou professor de Escrita dramatúrgica.

P: Em que escola trabalha? 
R: Trabalho na escola Superior de Teatro e Cinema.

P: O senhor gosta mais de trabalhar em novelas, romances ou teatro?
R: Eu gosto de tudo, mas a minha vertente mesmo é o teatro.

P: Qual o seu dia favorito? 
R: O meu dia favorito é o dia dos aniversários dos meus filhos.
 
P: A cidade que mais gostou de visitar?
R:O Rio de Janeiro.

 P: Qual o filme da sua vida?
R: O meu filme preferido foi o “Do céu caiu uma estrela”.

Constança Borges, Nº4;   Francisco Matias, Nº8;   Guilherme Matias,  Nº10; Henrique Pinto, Nº11; Mariana Salvado, nº 15 - 6ºD



terça-feira, 14 de outubro de 2014

O cão e o gato - reconto

Era uma vez uma velhinha que tinha um cão e um gato. O cão e o gato eram inimigos e a velhinha andava sempre a dizer para eles serem amigos.

Um dia a velhinha morreu e o cão e o gato ficaram muito tristes, a família expulsou-os de casa.
Havia muito frio, muita chuva e eles cheios de fome.
Eles encontraram uma gruta que era muito longa, e lá viram o génio das cavernas e
ele perguntou:
- O que querem de mim?
E o cão e o gato responderam:
- Queremos um dono, carinho e comida.
O génio disse:
- Concedido mas com uma condição o gato transforma-se em cão e o cão em gato.
Eles não queriam, mas se não se transformassem morriam. Então aceitaram.
No meio da rua encontraram uma menina que perguntou ao pai se os podia levar e o pai respondeu:
- Os cães e os gatos são inimigos.
E a menina disse:
- Estes não são, estão tão juntinhos.
Então levou-os.
O cão e o gato já não viviam na esperança de serem quem eram, e passaram a ser verdadeiramente amigos.


Reconto da obra: "O cão e o gato" de António Torrado
Por: Carolina Reis, nº 6, 5º B

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Reconto da fábula “O cão e o gato”

Era uma vez uma velhinha que vivia num casebre com um cão e um gato. Estes não se davam bem, mas a velhinha dizia sempre para serem amiguinhos. E eles lá se aturavam. Com o passar dos anos, a velhinha morreu e então vieram os seus filhos e depois os netos e o cão e o gato acabaram por ser expulsos. Os dois, muito tristes, foram rodear a casa, mas cada um para seu lado.

Certo dia, foram abrigar-se numa caverna que era muito grande e eles acabaram por ir explorá-la; andaram e andaram até que vem o génio das cavernas. Ele pergunta-lhes o que é que eles queriam e eles responderam que queriam comida calor e mimos. O génio disse que lhes dava tudo isso com uma condição, isto é, que o gato ficasse cão e o cão passasse a gato.

No início, ambos não perceberam, mas acabaram por descobrir o que ia acontecer e rejeitaram. Entretanto, acabaram por aceitar. O génio disse as palavras e o cão ficou gato e o gato, cão. Os dois saíram a correr da gruta e na saída viram uma menina que ficou com eles.

A partir daí ficaram muito amiguinhos e já não quiseram ser mais como eram.

Ana Carolina Pereira, nº1, 5ºA