Palavras Entressonhadas

terça-feira, 23 de outubro de 2012

No caminho para a escola...

Ao sair de casa, começo por ouvir os pássaros a cantarolar, parece que estão a ensaiar uma melodia.

 Cheiro os dejetos das galinhas.

 Vejo cães a ladrar, árvores altas e frondosas.

 E chego A paragem de camionetas.

 Durante o caminho, oiço a camioneta a fazer vrrrrrum... vrrrrrum... vrrrrrum... vejo flores uma com cada cor e com um perfume maravilhoso.

 Ao chegar à escola vejo os meus colegas a caminharem, a correrem, a saltarem, com as mochilas multicolores.

 Muitos carros de pais à entrada, para deixarem os seus filhos  na escola.

O cheiro do odor do perfume que anda no ar, convida-me a entrar.
Bernardo Cotovio 6º D




Reconto da fábula “O cão e o gato”

Era uma vez uma velhinha que vivia num casebre com um cão e um gato. Estes não se davam bem, mas a velhinha dizia sempre para serem amiguinhos. E eles lá se aturavam. Com o passar dos anos, a velhinha morreu e então vieram os seus filhos e depois os netos e o cão e o gato acabaram por ser expulsos. Os dois, muito tristes, foram rodear a casa, mas cada um para seu lado.

Certo dia, foram abrigar-se numa caverna que era muito grande e eles acabaram por ir explorá-la; andaram e andaram até que vem o génio das cavernas. Ele pergunta-lhes o que é que eles queriam e eles responderam que queriam comida calor e mimos. O génio disse que lhes dava tudo isso com uma condição, isto é, que o gato ficasse cão e o cão passasse a gato.

No início, ambos não perceberam, mas acabaram por descobrir o que ia acontecer e rejeitaram. Entretanto, acabaram por aceitar. O génio disse as palavras e o cão ficou gato e o gato, cão. Os dois saíram a correr da gruta e na saída viram uma menina que ficou com eles.

A partir daí ficaram muito amiguinhos e já não quiseram ser mais como eram.

Ana Carolina Pereira, nº1, 5ºA

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Quando for grande quero ser Enfermeira!

Eu, desde pequena, que tenho esse sonho de ser enfermeira; quis sempre saber como as coisas são tratadas dentro do hospital.

Já sei que as enfermeiras usam uma bata branca, trabalham no Centro de Saúde e nos Hospitais.

Fazem curativos e também dão injeções e vacinas.

Elas têm uma caixa de primeiros socorros que contem material que usam, como por exemplo: tesoura, betadine, álcool, água oxigenada, uma pinça e outras coisas mais.

Esse material serve para tratar as pessoas que se magoam.

Gostava de ajudar os mais necessitados que não têm ninguém para os tratar.

Uma enfermeira trabalha, sofre, luta, tem de ter não apenas coração, mas também coragem e forças para que possa socorrer quem dela precisa!

Quero minimizar a dor dos outros… porque é ao promover vida que dou sentido á minha própria existência!

Para dar é preciso ter, e eu tenho em mim a grande paixão de ser Enfermeira!

Amo o meu compromisso de ser enfermeira, e assim vou ser feliz!

Juliana - 6º D

O desaparecimento de Hobbes (banda desenhada)

Um cão atira-se ao Calvin e tira-lhe o Hobbes. Calvin entra em casa a gritar pela mãe para pedir ajuda.

Ele vai à procura de Hobbes com a mãe, mas não o encontraram.

A mãe de Calvin teve a excelente ideia de irem à praia para espairecer. Entretanto, quando chegam à praia, Calvin quer ir brincar na areia ao pé do mar. Quando olha para o lado para apanhar a pá, vê o Hobbes na toalha com o tal cão, que não era cão, era cadela e Calvin fica com a boca aberta dois minutos e vai lá:

- Hobbes, andei à tua procura por todo o lado. E tu estiveste aqui o tempo todo? – diz Calvin entristecido.

Calvin corre para junto da mãe e diz-lhe que quer ir embora para casa, porque está demasiado triste para brincar.

Quando chegam a casa, o Calvin vai para o seu quarto. Os pais de Calvin reparam que ele está triste.Então chamam a sua amiga Susie.

Susie vai lá a casa e leva o Hobbes. Calvin abre-lhe a porta e vão os dois para o seu quarto. Susie dá-lhe o Hobbes e diz:

- Encontrei-o à vinda para cá com um cartão a dizer:” Calvin, preciso de ti, da minha cama, da televisão e do sofá. E da comida, não lanchei.”

- Obrigado, Susie… Podes ir embora, há lasanha na cozinha, tenho de lhe dar um banho, está sujo de areia.

Margarida Pereira, 5º E



terça-feira, 9 de outubro de 2012

O rei da Comilândia



Era uma vez um rei muito comilão que vivia num reino chamado Comilândia.


Naquela terra tudo nascia e crescia em abundância: as plantas, os frutos, os animais…


O rei não gostava nada de partilhar os alimentos que sobravam e se desperdiçavam com os outros reinos vizinhos. Costumava dizer: “Cada um que trate de si!”.


Mas, um dia, uma estranha doença atacou o rei, espalhando-se rapidamente pelos súbditos e pelo povo: a falta de apetite.


Os conselheiros do rei sugeriram-lhe que partilhasse os alimentos que se estavam todos a perder com os reinos mais pobres, mas este, sempre avarento, recusou.


Um dia, vendo que todos continuavam “doentes”, o rei mudou de ideias: convidou para jantar os reis dos reinos vizinhos para preparar a distribuição de alimentos. À mesa, o apetite voltou-lhe, o mesmo acontecendo depois aos súbditos e a todo o povo.


Moral da história: Devemos partilhar os nossos bens com quem necessita.

 
Sara Martins PCA, 2º ciclo

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Bom Ano Letivo

Olá a todos

Neste início dum novo ano letivo, desejamos a todos muito sucesso e esperamos receber brevemente os vossos trabalhos para publicação com a colaboração das vossas professoras de Português.

A nossa escola continua a oferecer-vos muitas propostas de atividades com DIVERSOS CLUBES onde se podem inscrever e participar.

Os clubes estão a organizar-se e a registar inscrições e definição de horários. Estes horários vão ser afixados brevemente.
Relativamente ao nosso clube, ele funcionará à terça-feira, entre as 11h25 e as 13h10. Consultem o blogue para verem as novidades da semana e colocarem as vossas opiniões e comentários. Poderão entregar o vosso trabalho à vossa professora de Português que o fará chegar ao Clube para ser publicado.

A maior novidade: o nosso Palavras entressonhadas já se encontra no facebook: consulta-o aqui

Não te esqueças de aderir, pondo um Gosto.