Palavras Entressonhadas

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Um Novo Começo

Um outro ano começa, pleno de caras novas, de esperanças e sonhos que desejamos se concretizem com sucesso!


Aproveitamos este reinício para vos lembrar da importância que damos à vossa participação!!! É com ela que contamos para a dinamização deste blog, criado a pensar em todos vós!!!


Enquanto vos esperamos, não queremos deixar de recordar o passado dia 23 de Setembro. Sabem o que se comemora nesse dia? Não fazem ideia?! Pois é ...o Dia do Mar. Esta comemoração é fundamental nos dias actuais, pois sem água a Vida na Terra, tal como a conhecemos, desapareceria. Então, esta data recorda a todos que é preciso e urgente reflectir na forma como gerimos os recursos naturais.


Deixamos aqui alguns trabalhos realizados por colegas vossos, sobre "A Menina do Mar" (que todos já conhecem) da autoria da escritora...exactamente: Sophia de Mello Breyner!



Olhem só que beleza! (clica na imagem)






segunda-feira, 16 de junho de 2008

Biografia de Luísa Ducla Soares














Luísa Ducla Soares

Nasceu em Lisboa a 20
de Julho de 1939 e licenciou-se em Filologia Germânica.




Iniciou a sua actividade profissional como tradutora, consultora literária jornalista, tendo sido directora da revista de divulgação cultural. Foi colaboradora de diversos jornais e revistas. Foi adjunta do Gabinete do Ministro da Educação. Trabalha desde 1976 na Biblioteca Nacional onde iniciou a sua actividade, realizando uma bibliografia de literatura para crianças e jovens em Portugal. Publicou mais de 80 obras de literatura.


É sócia fundadora do Instituto de Apoio à Criança. Escreve guiões televisivos e preparou diversos sites de Internet.




Vários poemas seus foram musicados, tendo sido editado em 1999 um CD com letras exclusivamente de sua autoria musicados por Susana Ralha.


Participa frequentemente em palestras e encontros.


Recusou por motivos políticos, o grande prémio de Literatura Infantil.


Recebeu o prémio de Calouste Gulbenkian para o melhor livro do biénio e foi premiada também pelo conjunto da sua obra em 1996;em 2004 foi seleccionada como candidata portuguesa ao prémio Hans Christian Andersen.


Algumas obras da autora:

Contrato (poesia), 1970
A História da Papoila, prosa (Infanto-Juvenil), 1973; 1977
Maria Papoila, prosa (Infanto-Juvenil), 1973; 2002
O Urso e a Formiga, prosa (Infanto-Juvenil), 1973; 2002
O Dr. Lauro e o Dinossauro, prosa (Infanto-Juvenil), 1973; 1988
O Soldado João, prosa (Infanto-Juvenil), 1973; 2002
O Ratinho Marinheiro, (poesia para a infância), 1973; 2001
O Gato e o Rato, prosa (Infanto-Juvenil), 1973; 1977
Oito Histórias Infantis, prosa (Infanto-Juvenil), 1975
O Meio Galo e Outras Histórias, prosa (Infanto-Juvenil), 1976;2001
Mais Lengalengas (recolhas), Livros Horizonte, 2007
Desejo de Natal (Infanto-Juvenil), Civilização, 2007
Há Sempre uma Estrela no Natal, contos (Infanto-Juvenil), Civilização, 2006




Ana Rita, 5º B, nº 1

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Poema "Amigos"

Amigos (...)

Confiei em quem acreditava
Acreditei em que eu pensava
Que afinal, ...
Me amava

Sonhei em momentos
Com amigos especiais
Mas vi cada vez mais
Desaparecer essas pessoas essenciais

Amizade, é sentimento
Amizade, é compreensão
É ter o coração aberto
Para uma explicação

Ser Amigo,
É ser Feliz
E dizer simplesmente:
Queres ser meu Amigo?

Tudo o que eu passei
Nunca esquecerei
E as pessoas que Amo
Sempre as Amei

Apenas digo
Conheço os meus amigos, e não vim enganado
Porque antes de os ver
Já os tinha imaginado.

Claudia Rodrigues, 6º A

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Homenagem à Professora Clara Gomes


QUERIDA PROFESSORA



Clara é o nome seu

E a sua actuação:

Nunca aconteceu

Negar-nos atenção.




Bem antes de tocar,

Já está disponível,

Para a turma treinar,

Com gosto e com nível.



- As chihuahuas onde estão?

Ficaram as duas no lar,

Mas um dia destes virão

Nossa Escola visitar.



Os Alunos não partilham

Todos a mesma cultura,

Mas a Professora a todos

Estima, ensina e atura.



A sua Amizade,

Nunca é desmentida:

A todos põe à vontade,

Esta Professora querida.



Chegou a hora de nos deixar,

Mas ficará no nosso coração,

E de a gente se encontrar,

Será sempre ocasião.



Muito vai realizar,

Na nova etapa da vida,

Quem gosta de trabalhar

E é tão jovem e decidida.



Toda a Felicidade,

Neste recomeço de vida,

Desejamos, com Amizade,

À Professora tão querida.

Turma 6º A

Ano Lectivo 2007/2008

O "Clube da Leitura" junta-se a esta homenagem e deseja:

Muitas Felicidades para a Professora Clara nesta nova etapa da sua vida, junto dos que mais ama.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

A verdadeira Riqueza

Vamos ver o que alguns colegas teus escreveram, a propósito do tema tratado no texto: "O que mais Sabia". Claro que também podes dar a tua opinião!!!

Ser Rico

Ser Rico é ter amor, é poder receber carinho e ternura dos nossos pais. Para receber carinho também tenho de retribuir, dando-lhes carinho.
Eu acho que o Amor é das riquezas que nos traz mais fortuna: quando temos amor não nos sentimos sós.
Não é necessário ter dinheiro para se ser rico; só com um gesto de amor já somos ricos.

Isabel Aguilar, nº 7 – 5º B
Ser Rico

A riqueza para mim é ter dinheiro para sobreviver, porque sem ele não podemos viver.
Mas, também é muito importante ser rico de amor, porque ser rico de amor é recebermos amor, carinho e amizade dos outros.
E nós também devemos dar aos outros para que eles nos dêem a nós.
O carinho, a amizade e o amor são muito importantes para nós.
Devemos amar e ajudar os outros.
Joana Campos, nº 3 – 5º B


Ser Rico


Ser Rico é amar, é ter família e amigos que nos apoiem e que nos dêem carinho.

Ser Rico de amor é conseguirmos dar-nos bem com todos para que eles também sejam nossos amigos.
Eu prefiro ser rica em amor do que ser rica em dinheiro. Para mim receber muito carinho é mais importante do que ter muito dinheiro.
Quem é rico de amor tem um bem valioso, porque o amor é um bem essencial para todos e ter dinheiro é importante, mas pode-se ser infeliz e não ter amigos verdadeiros.
Leonor Santos, nº 10 – 5º B

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Ser Rico...


O que mais sabia

Era uma vez um pequenito que se perdeu numa montanha. Andou, andou muito tempo, até que, quase a chorar, viu uma porta de um tamanho tal que só visto... porque contado ninguém acreditava.
Pensou até que um gigante ali estivesse escondido.
Mas a noite vinha perto, andavam lobos no monte e a sua casa estava distante. Bateu à porta confiantemente. Talvez fosse recebido...
Foi um velho que veio abrir. Era alto, muito alto, mas não parecia ser mau. O velho vinha encostado a um pau e, ao ver quem tinha batido, pôs-se a sorrir.
- Andas perdido, pequeno?
- Ando perdido nos montes, não sei voltar à aldeia.
- Então entra, disse o velho amigavelmente, descansas cá esta noite e comes da minha ceia.
E assim foi. Depois da ceia puseram-se a conversar.
Eu sou - disse o velho - um sábio que quer o mundo salvar. Passei toda a minha vida curvado a ler pergaminhos. Mas a missão que me impus tenho-a praticamente terminada.
Além, naqueles cadinhos, por descobertas que fiz, já fabriquei muito ouro. E o mundo será intensamente feliz, todos terão um tesouro...
O pequeno olhou em volta. Inocente como era, na ideia de riqueza não via nada daquilo.
Ser rico é crescer à solta, é gozar a natureza, amar a Primavera e ser leve como um esquilo.
- Ouro? Para quê o ouro? - eu cá não preciso dele, declarou decididamente, eu até sou muito rico, pode crer meu bom senhor. Tenho pai e tenho mãe, uma irmã e um irmão, sou muito rico ... de amor.
Ao ouvir isto o velho fitou-o pensativamente. Olhou para os seus cadinhos, olhou depois para o céu. E, docemente, disse ainda, murmurando:
- Sabes bem mais do que eu...

Sara Teixeira, “Terra do Nunca”, (adaptado) Jornal de Notícias

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Provérbios

Vais ler alguns Provérbios, organizados por ordem alfabética e que têm uma característica em comum! És capaz de descobri-la?!


Não?


Então lá vai...Todas as formas verbais estão no Modo Conjuntivo. Era fácil, não era?!


Agora, já consegues identificar os vários tempos deste Modo.

Ora, experimenta!

Sempre queremos ver os teus comentários!!!


A

A espada e o anel, segundo a mão em que estiverem.
A pintura e a peleja, de longe se veja.
Ainda que mude a pele a Raposa, seu natural desponja.
Amigo que não presta e faca que não corta: que se percam, pouco importa
Antes cegues que mal vejas.
Antes que te cases, vê o que fazes
Antes quero Asno que me leve, que Cavalo que me derrube.
Assim como vires o tempo de Santa Luzia ao Natal, assim estará o ano mês a mês até final.



B

Bom rei, se quereis que vos sirva, dai-me de comer.


D


Dos 15 aos 20, caso com quem o meu pai quiser; dos 20 aos 25 é com quem eu quiser; depois dos 25, venha quem vier, não fica sem mulher.